Educação de Infancia

Janeiro, 2009


Proposta de emprego

Jan 12, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Emprego

Como me têm solicitado para colocar propostas de emprego, aqui está uma.

Para desenvolvimento de Actividades de Animação em Escolas do 1º Ciclo no Concelho de Salvaterra:

– Procuramos Educadores de Infância.

Requisitos Gerais:
Gosto pelo ensino a crianças.

Requisitos Específicos:

– Educadores de Infância;
– Licenciatura em Animação Sócio-Cultural;
– Profissionais com Curriculum Relevante.

Contagem para tempo de serviço dos professores que possuem habilitação própria ou profissional.

Pode contactar-nos (Mário Nobre) enviando o CV, indicando a zona de candidatura, para: geral@edutec.pt

A eduTec, é a empresa líder nacional no desenvolvimento de Actividades de Enriquecimento Curricular e na Componente de Apoio à Família.

Boa sorte para todas!!!

Inverno

O Inverno começou
tudo molhou…
o vento soprou…
o frio chegou…
a mãe me agasalhou
com um camisolão
as botas, o gorro
e um blusão.
Mas eu, mesmo assim,
fiquei constipado
tive que ficar
em casa deitado.

O senhor Inverno
traz o frio à noite
e por culpa dele
eu fiquei doente!

Um poema e um puzzle alusivos ao Inverno.

Reunião de Pais
(Convite)


Mamã e Papá
prestem atenção
estou a convidar-vos
para uma Reunião.

É na minha escola,
se vocês forem, terão
uma surpresa que eu fiz
com muita dedicação!

Vejam a data e a hora
eu sei que não faltarão…
um beijinho do filhote
e um grande xi-coração!

Este convite será entregue aos pais, pelos próprios filhos, podrá ser decorado por eles se achar conveniente.

Com a ajuda das crianças, faça bolinhos, uma laranjada e recebam os pais com todo o carinho

Os Padrões em Educação de Infância

Jan 9, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Iniciação à matemática

O que devemos saber sobre os padrões?

•    As crianças aprendem a conhecer relações e a estabelecer ligações, generalizações e previsões acerca do mundo que as rodeia;
•    O estudo de padrões, o seu conhecimento e previsões são cruciais na resolução de problemas;
•    É uma forma estimulante e motivadora de aprender matemática;
•    Desenvolve o raciocínio lógico.
No Jardim de Infância, as crianças deverão focalizar em regularidades e repetição no movimento, cor, som, posição e quantidade. É necessário que elas sejam envolvidas no reconhecimento, extensão, transferência e criação de padrões.

Algumas actividades de padrões

“Nós fazemos padrões com o corpo”
As crianças devem estar sentadas ou em pé à volta de um círculo de maneira a que possam observar o padrão à medida que ele emerge.
Começa-se com um padrão simples como “levanta – senta, levanta – senta”. É importante que se expresse verbalmente a acção, durante a execução da mesma. A criança irá começando a identificar o padrão presente e posteriormente, poderá realizar a extensão do mesmo.
É fundamental que o educador questione as crianças, como por exemplo, “Que pensas que vem a seguir? Porquê?”
Quando considerar pertinente, aumente o número de acções.

Padrões com objectos de desperdício

Apresenta-se ao grupo, um padrão repetitivo (ex:1 palhinha verde;1palhinha azul; 1 palhinha verde; 1 palhinha azul)
A criança colocará a palhinha seguinte. neste caso, o critério é a cor.
Apresenta-se ao grupo, um padrão não repetitivo (ex: 1 palhinha verde; 2 palhinhas verdes; 3 palhinhas verdes). A criança continuará o padrão. O critério é a quantidade (número).

Translaçoes com as palhinhas e tampas de garrafas

O educador constrói um padrão e regista-o colocando o número de objectos ou a cor(palhinhas) nele existentes. De seguida, a criança remove os objectos, deixando apenas os números ou as cores que a educadora registou. Agora, ela própria irá criar, com outros objectos (tampas de garrafas), um padrão que respeite o padrão registado.

Após estas actividades em grande grupo, devemos deixar cada criança de forma individual, explorar os objectos, de forma a criar os seus padrões.

Palmira vai à Escola

Jan 8, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Educação de Infância, Jardim de Infância

Palmira é uma coelhinha com quatro anos. Nunca tinha ido à escola e, por isso, no primeiro dia de aulas estava muito excitada.

Quando chegou à escola, viu que havia mais vinte coelhinhos e coelhinhas como ela. Aprendeu logo o nome de todos. O da professora é que ela não se lembrava bem. A professora não era nada parecida com a sua mãe, nem mesmo com a sua vizinha, a coelha Chica.

A professora mostrou-lhe a escola e a Palmira ficou a conhecer tudo e gostou especialmente da casa de banho, com o seu grande espelho. Nele se mirou e voltou a mirar, imaginando-se vestida de bailarina (a sua grande paixão). Não resistiu e fez uma careta, o que é sempre muito divertido. Estava tão distraída que não ouviu que a chamavam. Por vezes, nem a mãe ela ouvia. Não sabia explicar porquê. A mãe chamava-a sempre quando ela estava a fazer uma coisa muito importante, como por exemplo martelar uns pregos… ou… roer todos os pés de alface da horta… Mas agora era hora de começar as actividades. Foram muitas as brincadeiras: cantou muito alto uma canção e a professora teve de lhe dizer:

— Palmira, querida, tens de cantar mais baixinho, senão ficamos surdos.

— Hummm! — resmungou a Palmira.

— Agora podem ir experimentar as coisas da sala.
Palmira correu para as bonecas, mas depois viu os carrinhos e levou as bonecas para junto deles. Depois reparou também nuns belos puzzles, que ela gostava muito de fazer, e levou-os para debaixo da mesa:

— Palmira, tens de brincar com uma coisa de cada vez. Não podes desarrumar tudo ao mesmo tempo! — alertou mais uma vez a professora.

— Hummm! — resmungou a Palmira.

Quando a professora pôs música, a Palmira começou logo a dançar, sem prestar atenção ao que a professora dizia.

— Não, Palmira, não ouviste o que vamos fazer. Vamos pintar.

— Ah! — exclamou a Palmira, e foi a primeira a começar. Pintou uma linda bailarina, depois de se ter observado várias vezes ao espelho, para confirmar as posições. Quando terminou, foi lavar os pincéis à casa de banho. A torneira deixava correr a água com força e a tinta nunca mais acabava de sair do pincel. Divertida, a Palmira pintalgou tudo à sua volta.

— Que lindas cores! — e a Palmira pintou… o lavatório… a bancada… o espelho…

— Palmira?! O que é que estás a fazer? — ralhou a professora.

— Nada… Estou… só a pintar!

— Sim, mas a pintura é para fazer no papel, não nas paredes!

Agora tens de limpar tudo, e depois vais pensar bem no que fizeste — explicou pacientemente a professora.

Palmira limpou as paredes, o espelho e o lavatório e a si própria. Estava aborrecida e pôs-se a pensar com os seus botões:

— Afinal… o que é que eu posso ou não posso fazer?
A escola tem regras muito complicadas!

Nota: Agradeço às mais de 200 000 de visitas por parte de Educadores de Infância, Agentes Educativos e curiosos:

Obrigada a todos os que nos visitaram e que em menos de 6 meses de existência, fizeram deste projecto e da Educação de Infância em geral, uma realidade cada vez melhor.

Primeiro Dia

É o primeiro dia
que vens à escola
pendura no cabide
a tua sacola

Vais ver que gostarás
de aqui ficar
Bem-vindo! Bem-vindo!
Vamos começar?

Uma sugestão para dar as boas-vindas às crianças no primeiro dia no Jardim de Infância.

Proposta de Trabalho para o Dia de Reis

Jan 6, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Conhecimento do Mundo, Expressão motora

A minha partilha para o Dia de Reis é uma Proposta de Trabalho, para os pequeninhos desenvolverem a grafomotricidade.  Têm que contronar a coroa do Rei e da Rainha. e depois podem pintar a imagem.

Cliquem em cima da imagem para a aumentarem e tenham um bom dia de Reis.


Archives


Links


Meta

Advertising


Comentários Recentes