Educação de Infancia

Fantoches


Fantoche de Joaninha

Jun 27, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Estimulação à leitura e à escrita, Fantoches

Um fantoche de uma Joaninha, não serve só para contar histórias, e porquê não usá-lo para cantar ou dizerem todos juntos uma Lenga-lenga?

Joaninha voa voa
Que o teu pai está em Lisboa
A tua mãe no Moinho
A comer pão com toucinho

Uma bola feita de meias é muito útil para fazer imensos jogos com as crianças e  tem a vantagem de não magoar, se lançarem umas às outras.

Com lã, fazem-se trabalhos muito engraçados, fáceis e baratos.

Para o Dia da Mãe, um guarda- pijamas é uma óptima sugestão.

Com balões, o respectivo suporte, cartolinas de cores diferentes e canetas de feltro, realizam-se fantoches muito giros que fazem a alegria dos mais pequenos

A minha querida colega e amiga Inês, a Estrelinha Brilhante, partilhou no nosso fórum www.educacaodeinfancia.com/forum estes maravilhosos fantoches e eu publiquei-os também aqui para que todos os possam admirar, são muito lindos.

 

 

Muito obrigada Inês, estes fantoches são o sonho de qualquer Educadora.

Hoje vou ler o Elmer para as minhas estrelinhas e fiz um fantoche de Elefante cheio de corzinhas para dinamizar a história, aqui estão os moldes para partilha caso queiram fazer um.

Actividades em Creche

Dez 13, 2008 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Berçario, Creche, Fantoches

Os bebés e as crianças pequenas estão sempre dependentes do contacto humano, de se lhes falar, da atenção que lhes dá e da ternura com que recebem.
Os amplos processos de aprendizagens que se realizam nesta fase da vida, só podem ser accionados no calor seguro de uma relação harmoniosa entre pais, educadoras e crianças.

Por isso é muito importante:

  • Habituação ao contacto e necessidades de contacto através da proximidade corporal, carícias sempre repetidas de olhar para ela, conversar com ela, bem como a sua integração no mundo das coisas.
  • Educação da audição e da atenção através de sons barulhentos (vozes, campainhas, pandeiretas, etc.) que mais tarde virão em direcções diferentes, com alturas e sequências de sons diferentes. Estimulação da própria produção de ruídos (bater palmas, sons de roca, etc.)
  • Educação da visão e da atenção através de estímulos luminosos e em movimento, através de objectos com formas simples e cores nítidas (bolas, rocas, etc.), para isso é conveniente limitarmo-nos a poucos objectos que mostraremos muitas vezes. Mais tarde poderemos acrescentar outros objectos mais pequenos, bem como imagens simples.
  • Exercícios de movimentos bucais, sucção, lombar, mastigar (mais tarde, quando se dão alimentos sólidos) e igualmente fazer brincadeiras com sopro.
  • Ensinar a apalpar, mexendo em vários objectos com a mão (ao principio será conduzida).
  • Exercícios para a movimentação das mãos, com estimulação para agarrar, dar a mão, bater palmas, dizer adeus, bater à porta, atirar uma bola, fazer construções, chapinhar, atirar com coisas, fazer brincadeiras simples com os dedos, etc.
  • Educação para a movimentação do corpo, levando os movimentos espontâneos a adaptarem-se a um dado ritmo com uma pandeireta cantando; rastejar, rebolar-se, endireitar-se, pôr-se em pé, andar de mão dada. A articulação da criança através dos exercícios de “ginástica” rítmica tem uma importância muito especial.
  • Preparar a capacidade de comunicação da criança chamando-a pelo seu nome próprio, dizendo-lhe palavras ternas, dizendo o nome das pessoas e coisas e falando-lhe incansavelmente durante todas as actividades.
  • Estímulo para fazer ritmos: em conjunto e para cantar sons e melodias. “Ensinar” a criança progressivamente a empregar palavras determinadas para exprimir os seus desejos, ao pedir determinado objecto, repetindo incansavelmente as palavras e tendo as reacções apropriadas.
  • Habituar a criança a pouco e pouco a beber pelo seu copo e a comer com a colher.
  • Habituar a criança a ter um determinado ritmo de vida.
  • Fazer surgir e aprofundar estímulos emocionais, como alegria, confiança, bem-estar, etc. dando à criança possibilidade de fazer experiências, exteriorizando sentimentos, deixando-a participar e aprovando os seus esforços.
  • Tudo o que se faça terá sempre que ser adaptado à maneira de ser da criança.
  • Mostrar à criança como se faz, fazê-la colaborar e estimular a sua participação e iniciativa.
  • Todas as capacidades adquiridas devem ser incansavelmente exercitadas e repetidas. Tudo o que queremos “ensinar” de novo deverá ser incorporado somente através de pequenos passos.
  • Todas as “ordens” que se dão, bem como os estímulos de aprendizagem deverão ser simples, calmos mas enérgicos.
  • É muito importante que a criança conheça e brinque com objectos que há em todas as casas (tigelas, colheres de pau, molas de roupa, botões, papéis, etc.).
  • Além disto são necessários materiais como bolas, argolas para morder, bonecos de pano laváveis, cestinhos, bolsas, livros de imagens e mais da vida de todos os dias.

Com uma colher de pau, tinta e algodão, fazemos um fantoche que é a delícia dos nossos pequeninos. Existem imensas histórias onde o Pai Natal é a personagem principal, porque não usar um fantoche para dinamizar a história?! Deixo a minha sugestão!!!

Fantoches de Natal

Dez 4, 2008 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Estimulação à leitura e à escrita, Fantoches, Natal

Hoje partilho com todos a ideia da realização de fantoches alusivos á época natalícia.

É um Pai Natal, uma Rena e um boneco de Neve, que serão úteis na dinamização das vossas historinhas.

Os moldes estão em baixo, só têm de clicar em cima das imagens para as poderem visualizar num tamanho maior.

O outro dia uma colega dizia-me que adorava fantoches mas que não sabia cozer. Não tem mal nenhum, ou aprende ou cola o tecido.

Espero que os vossos meninos gostem!


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