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	<title>Educação de Infância &#187; Histórias Infantis</title>
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		<title>Chupa-chupas deliciosos</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 08:15:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Expressão plástica]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias Infantis]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas deliciosas]]></category>

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		<description><![CDATA[Com palhinhas e cartolinas coloridas em forma circular, colam-se as cartolinas nas palhinhas e decoram-se as cartolinas a gosto. O resultado são estes chupa-chupas muito lindos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://educacaodeinfancia.com/wp-content/uploads/2010/07/lollipops.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3344" title="chupa chupas" src="http://educacaodeinfancia.com/wp-content/uploads/2010/07/lollipops-277x300.jpg" alt="" width="277" height="300" /></a></p>
<p>Com palhinhas e cartolinas coloridas em forma circular, colam-se as cartolinas nas palhinhas e decoram-se as cartolinas a gosto. O resultado são estes chupa-chupas muito lindos.</p>
<div class='wpfblike' style='height: 40px;'><fb:like href='http://educacaodeinfancia.com/chupa-chupas-deliciosos/' layout='default' show_faces='true' width='400' action='like' colorscheme='light' send='false' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>História Infantil dos Reis Magos</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 08:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia de Reis]]></category>
		<category><![CDATA[Estimulação à leitura e à escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias Infantis]]></category>
		<category><![CDATA[Reis Magos]]></category>

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		<description><![CDATA[Num país distante viviam três homens sábios que estudavam as estrelas e o céu. Um dia viram uma nova estrela muito mais brilhante que as restantes, e souberam que algo especial tinha acontecido. Perceberam que nascera um novo rei e foram até ele. Os três reis magos, Gaspar, Melchior e Baltazar, levavam presentes, e seguiam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Num país distante viviam três homens sábios que estudavam as estrelas e o céu. Um dia viram uma nova estrela muito mais brilhante que as restantes, e souberam que algo especial tinha acontecido.<br />
Perceberam que nascera um novo rei e foram até ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Os três reis magos, Gaspar, Melchior e Baltazar, levavam presentes, e seguiam a estrela que os guiava até que chegaram à cidade de Jerusalém. Aí perguntaram pelo Rei dos Judeus, pois tinham visto a estrela no céu.<br />
Quando o rei Herodes soube que estrangeiros procuravam a criança, ficou zangado e com medo. Os romanos tinham-no feito rei a ele, e agora diziam-lhe que outro rei, mais poderoso, tinha nascido?</p>
<p style="text-align: justify;">Então, Herodes reuniu-se com os três reis magos e pediu-lhe para lhe dizerem quando encontrassem essa criança, para ele também a ir adorar.</p>
<p style="text-align: justify;">Os reis magos concordaram e partiram, seguindo de novo a estrela, até que ela parou e eles souberam que o Rei estava ali.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao verem Jesus, ajoelharam e ofereceram-lhe o que tinham trazido: ouro, incenso e mirra. A seguir partiram.<br />
À noite, quando pararam para dormir, os três reis magos tiveram um sonho. Apareceu-lhe um anjo que os avisou que o rei Herodes planeava matar Jesus.<br />
De manhã, carregaram os camelos e já não foram até Jerusalém: regressaram à sua terra por outro caminho.</p>
<p style="text-align: justify;">José também teve um sonho. Um anjo disse-lhe que Jesus corria perigo e que ele devia levar Maria e a criança para o Egipto, onde estariam em segurança. José acordou Maria, prepararam tudo e partiram ainda de noite.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando Herodes soube que fora enganado pelos reis magos, ficou furioso. Tinha medo que este novo rei lhe tomasse o trono. Então, ordenou aos soldados para irem a Belém e matarem todos os meninos com menos de dois anos. Eles assim fizeram.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas não gostavam de Herodes, e ficaram a odiá-lo ainda mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Maria e José chegaram bem ao Egipto, onde viveram sem problemas.Então, tempos depois, José teve outro sonho: um anjo disse-lhe que Herodes morrera e que agora era altura de regressar com a família a Nazaré à sua casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois da longa viagem de regresso, eles chegaram enfim ao seu lar.</p>
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		<title>Primavera – O casamento das flores</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 08:37:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estações do Ano]]></category>
		<category><![CDATA[Estimulação à leitura e à escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias Infantis]]></category>
		<category><![CDATA[Primavera]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Primavera , ouvem-se cantar os passarinhos em todo o lado. Pássaros – Piu, piu, piu: casemos e teremos lindos filhinhos. Nos, não ouvimos as flores, certamente porque não temos o ouvido bastante apurado. Mas, elas querem casar para ter, não ovos como as aves, mas sementes de onde sairão as novas plantas. Lúcia – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na Primavera , ouvem-se cantar os passarinhos em todo o lado.<br />
Pássaros – Piu, piu, piu: casemos e teremos lindos filhinhos.<br />
Nos, não ouvimos as flores, certamente porque não temos o ouvido bastante apurado.<br />
Mas, elas querem casar para ter, não ovos como as aves, mas sementes de onde sairão as novas plantas.<br />
Lúcia – Um casamento de flores deve ser bem bonito!<br />
Sonha Lúcia, que já vê uma centáurea azul desposando uma rosa e todo o cortejo dos amigos ricamente vestidos.<br />
Ela vê o cravo com a papoila, a campainha com a margarida, o miosótis com o malmequer, o lilás com a tulipa.<br />
No entanto, as coisas não se passam bem assim; os noivados das flores são muito secretos. É no interior da flor que eles se preparam e se realizam.<br />
Somente as abelhas, as vespas e as moscas sabem do segredo. E as borboletas também!<br />
Lúcia – Vamos lá, peludo jovem zangão, tu sabes como se casam as flores?<br />
Zangão – Sim e sinto-me ainda surpreendido: esta manhã, vinha eu valsando por cima do grande lírio que se ergue perto das roseiras encarnadas e ouço vozes que saem do meio das pétalas.<br />
Flores – Sim, sim, casemo-nos!<br />
Dizem os estames e os pistilos.<br />
O pistilo é aquela espécie de garrafa bojuda que parece ter um longo gargalo e uma pequena rolha verde.<br />
Os estames estão em volta do pistilo, debruçados do alto do longo pecíolo, olhando para ele.<br />
Pistilo – Tenho dentro do meu ventre pequenas bolinhas verde pálido, semelhantes a pequenos ovos, que virão a ser sementes.<br />
Estames – Nós temos nos nossos pequenos sacos um pó dourado, o pólen.<br />
É com o pólen que sujamos o nariz das crianças que vêm cheirar os lírios!<br />
Pistilo – O vosso pólen não serve para nada se vocês o guardarem nos vossos sacos.<br />
Estames – E as vossas pequenas sementes? Julgas tu que elas dão plantas se nós não nos juntarmos?<br />
Pistilo e estames – É preciso casarmo-nos! Mas como fazemos, se nos encontramos presos?<br />
Vento – Eu ajudo-vos.<br />
E põe-se a balançar o grande lírio.<br />
Estames – Obrigado, nós abriremos os nossos pequenos sacos.<br />
O pó dourado, então espalhou-se sobre a boca do pistilo que é pegajosa e o pólen cola-se e introduz-se suavemente pelo gargalo da pequena garrafa.<br />
Cada partícula amarela toca uma semente.<br />
Lúcia – Agora, estas ementes só têm que amadurecer. Elas têm dentro de si o gérmen duma pequena planta.<br />
Mas, diz-me peludo, e quando não há vento?<br />
Zangão – Ah! Olha que ainda não acabei a minha história. Já vais ver: eu parto para outras flores&#8230;<br />
Flores – Não há vento! Como vamos fazer para tocar os pistilos?<br />
Moscas, vespas e abelhas – Nós ajudaremos!<br />
Zangão – Juntei-me a eles e cada insecto escolheu uma flor. Penetro dentro de uma campânula azul, esfrego-me contra o pólen e encho com ele a minha ligeira penugem e ao sacudir-me no centro da flor, deposito o pólen sobre o pistilo. Todos os insectos fazem a mesma coisa.<br />
Depois, atordoados, moscas, moscardos e zangãos vão de planta em planta, de jardim em jardim recolher o pólen.<br />
Se bem que são por vezes os estames duma flor longínqua que levam o seu pólen a um pistilo afastado.<br />
Isto faz combinações maravilhosas e pode ser que plantas muito mais belas venham a nascer destes casamentos inesperados.<br />
É meio dia, o sol dilata o coração das rosas, dos lírios e das outras flores, o jardim enche-se de perfumes e de zumbidos.<br />
Ouve, pequena Lúcia, dir-se-ia que são as flores que murmuram e que trauteiam alegremente:<br />
Flores – Sim, casemo-nos!</p>
<p><a href="http://educacaodeinfancia.com/wp-content/uploads/2009/07/372288hween629.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2538" title="bruxas" src="http://educacaodeinfancia.com/wp-content/uploads/2009/07/372288hween629-300x228.jpg" alt="" width="300" height="228" /></a></p>
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		<title>História &#8221; A casa da mosca fosca&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 08:10:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estimulação à leitura e à escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias Infantis]]></category>

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		<description><![CDATA[A casa da mosca fosca Era uma vez a MOSCA FOSCA Que vivia num bosque distante. Farta de zunir, de dar voltas sem parar, Decidiu fazer uma casa para morar. Podia dormir na cama, E ficar muito quentinha, Podia receber amigos E preparar doces na cozinha. E a Mosca Fosca pôs-se a trabalhar Erguendo uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A casa da mosca fosca</p>
<p>Era uma vez a MOSCA FOSCA<br />
Que vivia num bosque distante.<br />
Farta de zunir, de dar voltas sem parar,<br />
Decidiu fazer uma casa para morar.<br />
Podia dormir na cama,<br />
E ficar muito quentinha,<br />
Podia receber amigos<br />
E preparar doces na cozinha.<br />
E a Mosca Fosca pôs-se a trabalhar<br />
Erguendo uma casa num lindo lugar.<br />
Para o seu lar inaugurar sem demora,<br />
Preparou um belo bolo de amora.<br />
O seu aroma espalhou-se pelo bosque afora.<br />
Arranjou SETE assentos,<br />
E para a mesa, SETE pratos.<br />
Não cabia nem mais um.<br />
Pouco tempo passado, bateu à porta o ESCARAVELHO.<br />
- Quem vive neste lugar?<br />
Quem venho visitar?<br />
- A Mosca Fosca.<br />
Faço uma festa para inaugurar<br />
Este que é o meu novo lar.<br />
E tu quem és?<br />
- Sou o Escaravelho Carquelho,<br />
Aquele que tem o nariz vermelho.<br />
Que bom cheiro! Posso entrar?<br />
- Claro que sim.<br />
És o PRIMEIRO a chegar!<br />
E muito contentes os DOIS decidiram merendar.<br />
Mas quando iam começar, passou por ali o MORCEGO.<br />
Viu a casa, cheirou-lhe a bolo e bateu à porta.<br />
- Quem vive neste lugar?<br />
Quem venho visitar?<br />
- A Mosca Fosca<br />
E o Escaravelho Carquelho.<br />
E tu quem és?<br />
- Sou o Morcego Ralego,<br />
O que gosta da noite<br />
Para ter sossego.<br />
Ai que fome, posso entrar?<br />
- Claro que sim.<br />
És o SEGUNDO a chegar!<br />
E muito contentes os TRÊS decidiram merendar.<br />
Mas antes da primeira dentada,<br />
Passou ali o SAPO.<br />
Cheirou-lhe a bolo e ficou com apetite.<br />
- Quem vive neste lugar?<br />
Quem venho visitar?<br />
- A Mosca Fosca,<br />
O Escaravelho Carquelho,<br />
E o Morcego Ralego.<br />
E tu quem és?<br />
- Eu sou o Sapo Larapo,<br />
Com laçarote de trapo.<br />
Que bem cheira! Posso entrar?<br />
- Claro que sim.<br />
És o TERCEIRO a chegar!<br />
E muito contentes os QUATRO decidiram merendar.<br />
Mas quando iam começar,<br />
Passou pelo bosque a CORUJA.<br />
Viu a casa, ouviu a festa e aproximou-se.<br />
- Quem vive neste lugar?<br />
Quem venho visitar?<br />
- A Mosca Fosca,<br />
O Escaravelho Carquelho,<br />
O Morcego Ralego,<br />
E o Sapo Larapo.<br />
E tu quem és?<br />
- Sou a Coruja Rabuja,<br />
A que limpa e nunca suja.<br />
Boa festa! Posso entrar?<br />
- Claro que sim.<br />
És a QUARTA a chegar!<br />
E muito contentes os CINCO decidiram merendar.<br />
Mas quando iam começar,<br />
Passou por ali a RAPOSA.<br />
Cheirou-lhe a bolo e animou-se a entrar.<br />
- Quem vive neste lugar?<br />
Quem venho visitar?<br />
- A Mosca Fosca,<br />
O Escaravelho Carquelho,<br />
O Morcego Ralego,<br />
O Sapo Larapo,<br />
E a Coruja Rabuja.<br />
E tu quem és?<br />
- Sou a Raposa Tramosa,<br />
Sou muito esperta e muito gulosa.<br />
Que bolo apetitoso!<br />
Posso entrar?<br />
- Claro que sim.<br />
És a QUINTA a chegar!<br />
E muito contentes os SEIS decidiram merendar.<br />
Mas quando iam provar o bolo,<br />
Passou por ali o LOBO.<br />
O cheiro fez-lhe crescer<br />
Água na boca<br />
E bateu à porta.<br />
- Quem vive neste lugar?<br />
Quem venho visitar?<br />
- A Mosca Fosca,<br />
O Escaravelho Carquelho,<br />
O Morcego Ralego,<br />
O Sapo Larapo,<br />
A Coruja Rabuja<br />
E a Raposa Tramosa.<br />
E tu quem és?<br />
- Sou o Lobo Rebobo,<br />
O mais narigudo<br />
À face do globo.<br />
Que bolo tão bem feito!<br />
Posso entrar?<br />
- Claro que sim.<br />
És o SEXTO a chegar!<br />
E muito contentes os SETE decidiram merendar.<br />
Quando por fim iam provar o bolo,<br />
Apareceu por ali o urso. Tinha estado toda a tarde<br />
À procura de amoras sem encontrar nenhuma.<br />
Viu a casa, ouviu a festa e pensou:<br />
Porque não me convidaram?<br />
E bateu à porta.<br />
- Quem vive neste lugar?<br />
Quem venho visitar?<br />
- A Mosca Fosca,<br />
O Escaravelho Carquelho,<br />
O Morcego Ralego,<br />
O Sapo Larapo,<br />
A Coruja Rabuja,<br />
A Raposa Tramosa<br />
E o Lobo Rebobo.<br />
E tu quem és?<br />
EU SOU O URSO LAMBEIRO,<br />
O MAIS GULOSO DO MUNDO INTEIRO.<br />
E ESTE RICO BOLO DE AMORA<br />
VOU COMÊ-LO TODO… AGORA!<br />
E assim se acaba o conto… Com uma dentada e… pronto!</p>
<p><a href="http://educacaodeinfancia.com/wp-content/uploads/2009/07/entrar.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2546" title="entrar" src="http://educacaodeinfancia.com/wp-content/uploads/2009/07/entrar-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
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		<item>
		<title>A História Infantil &#8221; A Borboleta Branca &#8220;</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 08:56:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estações do Ano]]></category>
		<category><![CDATA[Estimulação à leitura e à escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias Infantis]]></category>
		<category><![CDATA[Primavera]]></category>

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		<description><![CDATA[A primavera tinha chegado finalmente. A Natureza reencontrara as suas belas cores. As flores abriam as pétalas para melhor se colorirem. Os animais cantavam e brincavam. Estavam todos felizes. Todos, à excepção de uma borboleta branca. Só ela se lamentava. Estava desesperada. As suas grandes asas eram completamente brancas. Gostaria de ser uma borboleta multicolor. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primavera tinha chegado finalmente. A Natureza reencontrara as suas belas cores.<br />
As flores abriam as pétalas para melhor se colorirem. Os animais cantavam e brincavam.<br />
Estavam todos felizes. Todos, à excepção de uma borboleta branca. Só ela se lamentava. Estava desesperada. As suas grandes asas eram completamente brancas. Gostaria de ser uma borboleta multicolor. A Natureza tinha-lhe pregado uma partida.<br />
Então, chorando de tristeza, procurou incansavelmente um meio de se colorir, esfregando-se com o pólen das flores ou rebolando-se na erva molhada.<br />
Uma bela manhã, banhou-se na lama. Uma rã, que habitava perto, não acreditou no que os seus olhos viam: “Ter prazer em se sujar deste modo, é deveras repugnante!”<br />
Mas, ao secar, a lama quebrou-se e transformou-se em pó que voou ao sabor do vento. As asas da nossa borboleta, de novo, imaculadas de brancura. Que decepção!A borboleta branca pensava que, se comesse cenouras, podia ficar cor-de-laranja. Por isso, foi visitar o seu amigo coelho. Infelizmente, não conseguia trincar tão grande legume. Teve de renunciar ao seu projecto.Um dia esfregou-se num enorme morango. O sumo fez-lhe muitas manchas vermelhas nas asas. A borboleta branca ficou muito contente. Mas uma joaninha que descansava numa folha disse-lhe intrigada:<br />
- Que te aconteceu? Feriste-te?<br />
A joaninha tinha confundido o sumo vermelho do morango com sangue!<br />
Muito humilhada, a borboleta branca lavou as asas numas gotas de orvalho.<br />
Chegara o Verão. As borboletas resplandeciam ao sol como papagaios multicolores. Para elas, era uma festa. Mas não para a nossa borboleta branca. A sua vergonha era tão grande que, amuada, pousava numa margarida para se esconder. Esta flor era a sua única amiga. Também ela tinha, em vão, utilizado todos os meios para se colorir.<br />
Um dia, aconteceu que Fabrice, um rapazinho, passou no campo com a sua rede de borboletas, para apanhar as mais bonitas de entre elas. A borboleta branca não se assustou, pensando que a sua brancura não cativava aquele pequeno caçador. Contudo, Fabrice parou junto dela, admirado, e perguntou-lhe:<br />
- Porque és toda branca? Que te aconteceu para perderes as tuas cores?<br />
- Pobre de mim! Nunca as tive; os anjinhos-pintores devem ter-se esquecido de mim.<br />
- Pobre borboleta! È triste o que te aconteceu. Mas… tenho uma ideia… amanha voltarei para cuidar de ti.<br />
Mal chegou a casa, Fabrice procurou a sua caixa de aguarelas:<br />
- Amanhã, vou pintar as asas daquela pobre borboleta branca.<br />
Na manhã do dia seguinte, partiu ás pressas, com a caixa das aguarelas debaixo do braço, para ir ter com a sua amiga que o esperava pousada numa papoila:<br />
- Trouxe as minhas tintas para pintar as tuas asas. Ficarás a ser a mais bonita das borboletas.<br />
Então Fabrice escolheu as cores mais bonitas para pintar as asas da borboleta. No final, tremendo de alegria e de emoção, ela foi mirar-se num charco de água. Virava-se, tornava-se a virar, dava voltas e mais voltas. Não estava a sonhar, as suas asas já não eram brancas!<br />
Todos os animais da vizinhança ficaram pasmados. Não acreditavam no que viam: aquela borboleta era realmente extraordinária.<br />
A borboleta branca estava feliz, causava a admiração de todos. A meio do Verão, os insectos organizaram um concurso de beleza. Pela primeira vez na sua vida, a nossa borboleta pode participar. Foi vivamente aplaudida e o júri admirou as suas cores raras, a tal ponto que lhe concebeu o “pistilo” de ouro. Era um sucesso!<br />
- Numa bela tarde, uma menina, Aurélia, parou junto desta esquisita borboleta de asas diferentes:<br />
- Tenho de a apanhar para a minha colecção!Correu atrás dela e não tardou a prende-la na sua rede. Mas, de repente, umas grandes nuvens negras deixaram cair uma chuva que apagou as belas cores da borboleta. Aurélia, espantada e desiludida, soltou-a.<br />
Tremendo de medo, a borboleta esvoaçou e, depois, rodopiou de alegria: a sua brancura e a chuva acabaram-lhe de lhe salvar a vida. Muito alegre, a borboleta branca foi ter com a margarida, que continuava triste por ser branca:<br />
- Não sabes a sorte que tens por seres branca. Se fosses colorida, há muito que te teriam colhida, minha amiga.<br />
- Tens razão, não tinha pensado nisso – admitiu a margarida, corando de prazer.<br />
- E olha para a lua!&#8230; Também ela é branca e é muito feliz assim! A nossa borboleta branca e a margarida desataram a rir. O branco era tão bonito!&#8230;</p>
<p><a href="http://educacaodeinfancia.com/wp-content/uploads/2009/07/borboleta-com-rolo-de-papel.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2541" title="borboleta-com-rolo-de-papel" src="http://educacaodeinfancia.com/wp-content/uploads/2009/07/borboleta-com-rolo-de-papel-300x245.jpg" alt="" width="300" height="245" /></a></p>
<div class='wpfblike' style='height: 40px;'><fb:like href='http://educacaodeinfancia.com/a-historia-infantil-a-borboleta-branca/' layout='default' show_faces='true' width='400' action='like' colorscheme='light' send='false' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>O Semáforo</title>
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		<pubDate>Sun, 24 May 2009 08:03:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estimulação à leitura e à escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias Infantis]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção Rodoviária]]></category>

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		<description><![CDATA[PEÇA PARA FANTOCHES Narrador “Zé Gadelhas, com os olhos como abelhas, tinha vindo do campo para a cidade. Estava em casa do João Pimpão, com os olhos de carvão, que era seu compadre. Sempre que Zé Gadelhas, com os olhos como abelhas, saía a passear encontrava coisas de espantar&#8230; Então vinha a correr para junto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em>PEÇA PARA FANTOCHES</em></strong></p>
<p>Narrador</p>
<p>“Zé Gadelhas, com os olhos como abelhas, tinha vindo do campo para a cidade. Estava em casa do João Pimpão, com os olhos de carvão, que era seu compadre. Sempre que Zé Gadelhas, com os olhos como abelhas, saía a passear encontrava coisas de espantar&#8230;<br />
Então vinha a correr para junto do João Pimpão, com os olhos de carvão, e punha-se a contar e a perguntar&#8230;”</p>
<p>Zé Gadelhas<br />
“ Ah! João Pimpão, como bate o meu coração, eu devo ter febre João Pimpão, eu devo ter um febrão! Ah! João Pimpão, se calhar sou eu que estou doido&#8230; Sabes lá&#8230; João Pimpão, eu tive uma visão&#8230; vi assim uma coisa de espantar!&#8230;</p>
<p>João Pimpão<br />
“Ó Zé Gadelhas, com os olhos como abelhas, vamos lá a acalmar e falar devagar. Conta lá o que sucedeu, o que aconteceu&#8230; mas sem ser a gritar!</p>
<p>Zé Gadelhas<br />
“João Pimpão, meu amigo e compadre, tu se calhar não vês o mesmo que eu porque tens os olhos cor de carvão. Eu vi uma árvore, magricela, sem ramos nem raminhos, nem ninhos e que não era nada, nada bela!”</p>
<p>João Pimpão<br />
“ Ó Zé gadelhas, com olhos de abelhasa, tu viste uma árvore magricela, sem ramos nem raminhos, sem ninhos e que não era nada bela. Onde está a admiração?”</p>
<p>Zé Gadelhas<br />
“ João Pimpão, João Pimpão, com olhos cor de carvão, lá na minha terra não há árvores assim, não. É preciso vir a Primavera e depois, o Verão para o botão virar flor e a flor mostrar o coração que é assim primeiro um fruto esverdeado e depois encarnado!</p>
<p>João Pimpão<br />
“ Olha a novidade, Zé Gadelhas! Isso toda a gente sabe&#8230;”</p>
<p>Zé Gadelhas<br />
“ Então João Pimpão, com os olhos de carvão, diz-me lá como é que a árvore magricela põe o fruto maduro sem ser Verão?  Ah João Pimpão, eu devo estar com um febrão&#8230; não há árvores assim não&#8230;<br />
Olhei para a árvore e tinha um fruto como um balão, muito gorducho e muito verducho. Era mesmo um fruto esverdeado. Nisto, eu Zé Gadelhas, com olhos como abelhas, ainda estava a olhar, vai o fruto mudou de lugar e ficou amarelado. Então João Pimpão com olhos cor de carvão, o meu coração começou a saltar! Eu Zé Gadelhas, com olhos como abelhas, esfreguei os olhinhos para ver se era confusão, ou se estava com uma visão. E quando fui olhar, lá estava a árvore magricela, sem ramos, nem raminhos, nem ninhos, nada bela, e vai disto o fruto como um balão mudou outra vez de lugar, e de amarelado ficou encarnado! Isto sem Verão&#8230;”</p>
<p>João Pimpão<br />
“ Ah Zé Gadelhas, com os olhos como abelhas, isso não era uma árvore, não&#8230; era um semáforo&#8230; Zé Gadelhas”</p>
<p>Zé Gadelhas<br />
“Um quê, João Pimpão? Uma semana para deitar fora? Ah João Pimpão, com os olhos de carvão, afinal também andas a regular mel&#8230;”</p>
<p>João Pimpão<br />
“Zé Gadelhas, Zé Gadelhas, com olhos como abelhas, eu disse que era um semáforo e não uma semana para deitar fora. Vê lá se lavas os ouvidos que os deves trazer entupidos e se prestas atenção, porque eu, João Pimpão, só tenho obrigação de dizer uma vez! Ouve então:<br />
Semáforo é um sinal luminoso, com três luzes, com três, a apagar e a acender. Se o verde acender está a avisar que o carro pode passar. Se for o amarelo a brilhar, está a dizer cuidado, vai aparecer o encarnado, e se for o encarnado, está a gritar – o carro não pode avançar, tem de ficar parado!<br />
Zé Gadelhas, Zé Gadelhas, estás a entender? Estás a perceber?</p>
<p>Zé Gadelhas<br />
“Óh João Pimpão e o outro que tem lá dentro um lagartão? Esse não é um fruto, não?”</p>
<p>João Pimpão<br />
“Ah, esse é para o peão.”</p>
<p>Zé Gadelhas<br />
“ João Pimpão, o peão é cego, vai para onde alguém o jogar, enrola-se a guita, atira-se e ele fica a rodar, a girar, a zumbir ou a dormir! O pião, João Pimpão, não tem olhos para ver a luz a acender&#8230;”</p>
<p>João Pimpão<br />
“ Zé Gadelhas, Zé Gadelhas, há o pião de brincar que se escreve p i a o, com um til lá no ar, e há o peão, que é a pessoa que anda a pé, e que se escreve com é!”</p>
<p>Zé Gadelhas<br />
“ E o lagartão, que estava lá no balão? Eu vi um lagartão! Juro que vi!”</p>
<p>João Pimpão<br />
“ Zé Gadelhas, com olhos como abelhas, precisas de ir ao oculista porque andas mal da vista!<br />
A bola que viste não tinha um lagartão, nem um lagartinho, mas sim um bonequinho, a levantar o pé. Se obonequinho verde aparecer está a avisar – Zé Gadelhas, tu que és um peão, pois andas a pé, podes avançar. Se o bonequinho estiver encarnado está a gritar – Zé Gadelhas, não podes atravessar! Se for um bonequinho amarelo, a tremer, a piscar, está a dizer – Zé Gadelhas é preciso cuidado, olha bem para todo o lado&#8230;”</p>
<p>Zé Gadelhas<br />
“Ah João Pimpão, com olhos de carvão, obrigado pela lição. Já começo a entender&#8230; e a saber&#8230;”</p>
<p>João Pimpão<br />
“Zé Gadelhas, com olhos como abelhas, cada um de nós tem um saber diferente. Aqui na cidade sou eu que sei a novidade, sou eu que sei como as coisas são! Mas lá no campo, muito tenho de aprender&#8230; Serás tu, Zé Gadelhas, que me irás ensinar como semear! Serás tu com o teu saber diferente que me irás explicar como as coisas são&#8230; como é que a semente chega ao pão!”</p>
<p>Zé Gadelhas (abraçando o João Pimpão)<br />
“ Ah, João Pimpão, meu amigo, meu compadre, meu irmão!”</p>
<p><a href="http://educacaodeinfancia.com/wp-content/uploads/2009/01/semaforooo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1303" title="semaforo" src="http://educacaodeinfancia.com/wp-content/uploads/2009/01/semaforooo-239x300.jpg" alt="" width="239" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Prevenção Rodoviária</p>
<div class='wpfblike' style='height: 40px;'><fb:like href='http://educacaodeinfancia.com/o-semaforo/' layout='default' show_faces='true' width='400' action='like' colorscheme='light' send='false' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Uma história para o Dia da Mãe</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 08:01:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia da Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias Infantis]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje deixo-vos uma história infantil para o Dia da Mãe, intitulada &#8221; A minha mãe&#8221;. É uma história divertida e amorosa para lerem às vossas crianças, pedindo depois para dizerem como é a mãe para eles, anotem e juntem à prenda que vão dar à mãe, vão sair ideias lindas das cabeças dos mais pequeninos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/RKI43aHXh7g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/RKI43aHXh7g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Hoje deixo-vos uma história infantil para o Dia da Mãe, intitulada &#8221; A minha mãe&#8221;. É uma história divertida e amorosa para lerem às vossas crianças, pedindo depois para dizerem como é a mãe para eles, anotem e juntem à prenda que vão dar à mãe, vão sair ideias lindas das cabeças dos mais pequeninos e as mães vão adorar.</p>
<div class='wpfblike' style='height: 40px;'><fb:like href='http://educacaodeinfancia.com/uma-historia-para-o-dia-da-mae/' layout='default' show_faces='true' width='400' action='like' colorscheme='light' send='false' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>A Guerra dos Sinais</title>
		<link>http://educacaodeinfancia.com/a-guerra-dos-sinais/</link>
		<comments>http://educacaodeinfancia.com/a-guerra-dos-sinais/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 08:09:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estimulação à leitura e à escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Expressão Dramática]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias Infantis]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção Rodoviária]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><“A GUERRA DOS SINAIS”</p>
<p>Narrador:</p>
<p>Em dia de tempestade e de grande vendaval! o vento soprou, soprou...e os sinais de trânsito arrancou<br />
aqui um sinal, além outro sinal<br />
e com a fúria do seu soprar<br />
os sinais de trânsito acabou por juntar.<br />
então uma coisa mais triste aconteceu:<br />
em lugar da desgraça os unir<br />
os sinais de trânsito entraram a discutir<br />
e cada um gritava – o rei aqui sou “eu”<br />
e este espaço é para mim, e é só meu.</p>
<p>Sinal triangular: Olhem bem para mim:<br />
tenho um chapéu de três bicos<br />
como o dum general.<br />
Como eu não há igual<br />
o rei aqui sou eu<br />
e este espaço é só meu.<br />
Eu, o sinal triangular<br />
É que sei avisar<br />
sou o sinal de perigo<br />
eu é que sou o verdadeiro amigo<br />
do carro e do peão<br />
digo e aviso antes de acontecer...<br />
como é que um carro há de saber<br />
que uma curva vai aparecer<br />
ou uma lomba ou um cruzamento,<br />
ou passagem de nível, ou entroncamento<br />
se não for eu a dizer?<br />
Perigo – grito eu<br />
com o meu chapéu de três bicos<br />
como o de um general<br />
como eu não há igual<br />
eu é que sou o rei<br />
e este espaço é só meu.</p>
<p>Narrador:  Então o sinal circular<br />
todo de azul, cor do céu, cor do mar<br />
entrou também a falar e a ralhar:</p>
<p>Sinal circular inteiramente azul:<br />
-    Olha, olha o toleirão do sinal triangular<br />
falando do seu chapéu de três bicos...<br />
Que é isso comparado com o meu fato cor do mar?<br />
Eu é que sou amigo do carro e do peão.<br />
Eu sou o sinal de obrigação<br />
eu obrigo e digo:<br />
é por aqui que vais passar<br />
por onde a seta te indicar<br />
e se for ciclista, é por esta pista.<br />
Eu é que sou o rei da sinalização<br />
sou o sinal de obrigação<br />
circular, todo azul, cor do céu cor do mar.<br />
Estou aqui para obrigar<br />
e digo – o rei sou eu<br />
e este espaço é só meu.</p>
<p>-Narrador!  Respondeu o sinal circular<br />
com a coroa a avermelhar:</p>
<p>Sinal circular com coroa vermelha:<br />
Ah, não e não, meus amigos,<br />
o rei aqui sou eu que proíbo<br />
e digo – não e não:<br />
Não podes estacionar!<br />
Não podes ultrapassar!<br />
Não podes virar!<br />
Não podes transitar nos dois sentidos!<br />
Ou apenas este sentido é proibido!<br />
Eu é que sou amigo<br />
do carro e do peão.<br />
sou o rei da sinalização<br />
pois sou o sinal de proibição.<br />
E tanto é verdade que sou rei<br />
Que uma coroa a avermelhar<br />
minha cabeça vai coroar.</p>
<p>Sinal quadrangular:<br />
-    Deixem-me falar!<br />
O sinal triangular diz que tem<br />
um chapéu de três bicos<br />
como o de um general...<br />
Eu tenho dois chapéus de três bicos<br />
pegados e unidos pela diagonal.<br />
Sou general a dobrar.<br />
O sinal de obrigação<br />
anda por aí todo toleirão<br />
a gabar o seu fato azul, cor do céu, cor do mar...<br />
Ora azul, cor do céu, cor do mar<br />
é também o meu trajar...<br />
Não sou circular, sou quadrangular,<br />
sou o sinal de informação.<br />
Eu é que sou o rei da sinalização.<br />
Sou o rei a informar<br />
onde se pode telefonar,<br />
ou comer, ou dormir,<br />
onde há hospital ou gasolina,<br />
onde fica a oficina<br />
que o carro vai concertar.<br />
Eu, o sinal quadrangular,<br />
vestido de azul, cor do céu, cor do mar,<br />
com quatro lados e quatro bicos,<br />
aqui, onde me vêem, tenho muitos amigos<br />
porque sei informar.<br />
E nem preciso de coroa a avermelhar<br />
para ser rei e reinar<br />
como diz o sinal de proibição<br />
que é uma abóbora tola e oca<br />
que só sabe dizer não e não.<br />
O rei da sinalização sou eu<br />
que sei informar<br />
eu o sinal quadrangular<br />
e este espaço é só meu.</p>
<p>Narrador:  Um sinaleiro que por ali passou<br />
o frio nos ossos, o vento nos ouvidos<br />
parou a saber a causa do chinfrim<br />
alguém estaria mal<br />
a precisar de ajuda, ou de hospital?<br />
Ouviu, ouviu, a tola discussão<br />
e disse por fim:</p>
<p>Sinaleiro:    Basta de confusão.<br />
Não sei para quê tanta teima<br />
e toleima, se um sinal nada vale<br />
se aquele que passar<br />
não o souber decifrar.<br />
Vamos lá ter juízo...<br />
cada um no seu lugar<br />
A cumprir a sua missão.<br />
Todos são precisos.<br />
Como preciso é saber entender<br />
o que um sinal quer dizer.<br />
Um sozinho nada vale<br />
seja homem, ou sinal<br />
e cada um, ao outro é igual...</p>
<p>Narrador:  Envergonhados os sinais sentiram<br />
a razão daquele homem de grande coração.<br />
E nunca, nunca mais,<br />
falaram de reis ou de reinados<br />
e cada um foi cumprir a sua missão.</p>
<p><a href="http://educacaodeinfancia.com/wp-content/uploads/2009/01/09-love252520faeries.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1306" title="sinais" src="http://educacaodeinfancia.com/wp-content/uploads/2009/01/09-love252520faeries-263x300.jpg" alt="" width="263" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Prevenção Rodoviária Portuguesa</p>
<div class='wpfblike' style='height: 40px;'><fb:like href='http://educacaodeinfancia.com/a-guerra-dos-sinais/' layout='default' show_faces='true' width='400' action='like' colorscheme='light' send='false' /></div>]]></content:encoded>
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		<title>A Rua da minha escola</title>
		<link>http://educacaodeinfancia.com/a-rua-da-minha-escola/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 08:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estimulação à leitura e à escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias Infantis]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção Rodoviária]]></category>

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		<description><![CDATA[Era uma vez uma escola que tinha uma rua. Margarida estudava nessa escola que tinha essa rua, onde havia muitos carros que quando passavam apitavam fazendo muito barulho e fazia doer os ouvidos dos meninos. Vou contar-vos um sonho que a Margarida teve. A história começa assim: Margarida ia para a escola, quando encontrou um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Era uma vez uma escola que tinha uma rua.<br />
Margarida estudava nessa escola que tinha essa rua, onde havia muitos carros que quando passavam apitavam fazendo muito barulho e fazia doer os ouvidos dos meninos.<br />
Vou contar-vos um sonho que a Margarida teve.<br />
A história começa assim:<br />
Margarida ia para a escola, quando encontrou um sinal:<br />
- Olá! – disse o sinal<br />
Mas Margarida continuou em frente sem ouvir tal cumprimento e o sinal repetiu:<br />
- Eh! Menina&#8230; Bom dia!<br />
Margarida olhou para trás e ficou muito admirada e disse:<br />
- Ah!&#8230; tantas vezes que aqui passo e nunca te tinha visto.<br />
Mostrando-se zangado o sinal disse-lhe:<br />
- Pois é! Nunca ninguém repara em mim, mas fica sabendo que todos me deviam dar muita atenção, porque eu sou muito importante. Já leste o que eu tenho escrito?&#8230;<br />
- “Reduza a velocidade: escola”<br />
Ah!&#8230;então és tu que avisas os carros para andarem mais devagarinho. E eles não te ligam?<br />
Não! E é por isso que resolvi mostrar-me: chamando devagarinho, gritando, saltando&#8230; para dar nas vistas!<br />
Olhando para o relógio, Margarida vê que está atrasada:<br />
-    Gostei muito de falar contigo, adeus. Vou contar aos meus amigos a tua importância.<br />
Mais à frente Margarida encontrou outro sinal, desta vez uma passadeira e disse-lhe:<br />
-    Olá! Vou passar! Importas-te?<br />
O sinal respondeu:<br />
-    Claro que não! É para isso que eu sirvo. Todos passam por cima de mim, mas alguns esquecem-se&#8230;<br />
A Margarida perguntou:<br />
-    E os carros não te incomodam?<br />
Só quando passam com muita velocidade, que é quase sempre.<br />
Margarida quase sem ouvir a resposta lançou-se para cima da passadeira, mas veio um carro e atropelou-a.<br />
-    Magoei-te muito? Perguntou o condutor do carro.<br />
-    Não, mas poderias ter-me magoado muito, disse a Margarida levantando-se.<br />
Eis que aparecem seis bandas sonoras que vêm a correr e dizem:<br />
-    Oh! Já não chegámos a tempo&#8230;<br />
E a Margarida pergunta:<br />
-    Quem são vocês? Tão gordinhas e engraçadas.<br />
-    Não nos conheces? Disse uma das bandas. Nós somos as irmãs sonoras, e se tivéssemos chegado mais cedo, o carro não te tinha atropelado.<br />
-    Não me tinha atropelado?! Interrogou Margarida. Mas como, se ele vinha tão depressa?<br />
Uma das bandas disse:<br />
- É que a nossa função é fazer com que os carros percam um bocadinho de velocidade,<br />
quando passam por cima de nós e param se estiver alguém em cima da nossa colega passadeira.</p>
<p>TRIIIIIM!&#8230;<br />
Ao ouvir o trim do despertador, Margarida acordou e viu que tudo não passou de um sonho.<br />
Arranjou-se e foi para a escola.<br />
Quando estava a chegar à escola cumprimentou o sinal de aproximação de escola e ia dizer olá à passadeira quando reparou que antes desta estavam três barras gordinhas que lhe disseram olá.<br />
Margarida muito admirada disse:<br />
-    Vocês?!&#8230; Mas&#8230; Mas&#8230; mas não foi um sonho?<br />
E uma das bandas sonoras explicou:<br />
-    Sim, Margarida. Tu ontem sonhas-te connosco e como ninguém aqui nos coloca, saímos do teu sonho e tomamos a liberdade de vir para a vida real para garantir a segurança dos meninos desta escola.<br />
Margarida preparou-se para atravessar a passadeira, quando viu novamente o carro do seu sonho que desta vez, parou a tempo e piscou-lhe um farol. Margarida, sorridente e segura, atravessou a estrada e foi para a escola.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://educacaodeinfancia.com/wp-content/uploads/2009/01/esc-leit-leitor07.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1273" title="escola" src="http://educacaodeinfancia.com/wp-content/uploads/2009/01/esc-leit-leitor07-300x230.jpg" alt="" width="300" height="230" /></a>Prevenção Rodoviária Portuguesa <!--[endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> Normal   0   21                         MicrosoftInternetExplorer4 </xml><![endif]--><!--  --><!--[if gte mso 10]> <mce:style><!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Table Normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman";} --> <!--[endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> </xml><![endif]--></p>
<p><!--[if gte vml 1]> <![endif]--></p>
<div class='wpfblike' style='height: 40px;'><fb:like href='http://educacaodeinfancia.com/a-rua-da-minha-escola/' layout='default' show_faces='true' width='400' action='like' colorscheme='light' send='false' /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O Meu Pai</title>
		<link>http://educacaodeinfancia.com/o-meu-pai/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 08:03:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia do Pai]]></category>
		<category><![CDATA[Estimulação à leitura e à escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias Infantis]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma história para o Dia do Pai, para lerem aos vossos pequeninos. Eles adoram esta história. Já li aos meus meninos e já me pediram para repetir. Por isso, achei que seria interessante a partilha desta história infantil intitulada &#8221; O Meu Pai&#8221; é uma partilha por vídeo para que todos tenham acesso. Preparem as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma história para o Dia do Pai, para lerem aos vossos pequeninos. Eles adoram esta história. Já li aos meus meninos e já me pediram para repetir. Por isso, achei que seria interessante a partilha desta história infantil intitulada &#8221; O Meu Pai&#8221; é uma partilha por vídeo para que todos tenham acesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Preparem as pipocas&#8230;Porque hoje é dia de cinema.<br />
Depois contem-me se as vossas crianças também gostaram desta história. As minhas disseram coisas muito interessantes e que os pais vão adorar ler.</p>
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