Férias Seguras!

Jul 14, 2009 Autor: Raquel Martins | Colocado em: O nosso cantinho

Segurança na água:

prevenir os afogamentos é o ponto fundamental para este verão.

Cuidado com a pele:

Evitar queimaduras solares com protectores, sombras e chapéus.

Praticar actividades ao ar livre em segurança;

Capacetes, protectores para cotovelos e joelhos.

Alimentação saudável;

Reforçar a ingestão de água.

Boas férias para todos, tenham umas férias seguras e divirtam-se muito!

Aproveitem as férias e visitem o nosso fórum de Educação Infantil!

A desidratação na criança

Jul 13, 2009 Autor: Raquel Martins | Colocado em: Saúde Infantil

Qual a atitude da educadora perante uma criança com desidratação moderada? E grave?
A educadora deve perceber porque é que a criança está a desidratar (qual a causa da desidratação). Em seguida, deve promover uma hidratação eficaz e mantida e reintroduzir a alimentação assim que possível. A reavaliação deve ser feita no mínimo de 2 em 2 horas. Deve estar salvaguardada a avaliação das funções vitais da criança.

Em caso de desidratação:

Moderada – hidratar nem que seja de 30 em 30 minutos a administração de líquidos.

Grave – referenciar ao hospital.

Hoje quero saber como andam as histórias nos nossos Jardins de Infância. Sem querer criticar ninguém que não é para isso que aqui estamos, gostava de saber com que regularidade lêem para os vossos pequeninos?

Todos sabemos que como Educadores livres que somos, pudemos ler mais ou menos histórias e também sabemos que a leitura é fundamental para as nossas crianças.

Por isso, a partilha de hoje é vossa! Lêem histórias todos os dias? Semanalmente? Mensalmente? Quando a criança trás um livro de casa?

Contam lengalengas? Trava-línguas? Poemas?

Não tenham medo de responder, não estamos a querer julgar ninguém, queremos apenas saber para colocar material que vos ajude nas vossas necessidades. Se comentarem a dizer que só contam história de mês a mês porque a vossa escola não tem recursos, nós compreendemos, porque conhecemos realidades assim e talvez possamos ajudar com a partilha de histórias/lengalengas/trava-línguas e poemas.

As histórias que lêem foram vocês que adquiriram ou são da escola?

Têm uma altura do dia destinada à leitura? Qual é?

Usam uma vela para contar histórias?

Têm uma área para a biblioteca na vossa sala?

Se não quiserem responder a tudo, pelo menos respondam com que regularidade lêem histórias às vossas crianças.

Música para irmos almoçar

Jul 11, 2009 Autor: Raquel Martins | Colocado em: Educação de Infância

ALMOÇAR

A cantar, a dançar

vamos todos almoçar!

Devagar, sem parar para ninguém se magoar.

A sorrir, a brincar, com os braços a abanar

A marchar, sem parar

vamos todos almoçar!

Eu sou apologista que se cante nas rotinas sempre que seja adequado e uso esta estratégia para indicar às minhas crianças que temos que ir almoçar. Elas cantam comigo e é mais divertido do que simplesmente chamá-las.

Só têm de arranjar uma melodia simples e afinar esses vozinhas. Vai ser um sucesso!

Trabalhar as Formas Geométricas

Jul 10, 2009 Autor: Raquel Martins | Colocado em: Iniciação à matemática

Devido ao enorme sucesso das actividades para trabalhar as Formas Geométricas, hoje partilho mais.

Espero que sejam úteis a todos os Educadores e restante comunidade.

Relação Escola/Família

Jul 9, 2009 Autor: Raquel Martins | Colocado em: As nossas leituras

Importância do envolvimento parental
Abordagem sistémica da família

Um sistema é um conjunto de elementos inter-relacionados, pelo que muitas instituições se ajustam ao que pode denominar-se um sistema. Isso acontece no sistema educativo, onde um conjunto de elementos está em constante interacção (professores, alunos, currículo, conteúdos, materiais, …), e também na família. Em qualquer sistema, o todo é maior do que a soma das partes; a mudança é um elemento que afecta as outras partes do sistema; e as necessidades e objectivos das partes são precedidos pelos do sistema. Assim, as necessidades básicas de um sistema são adaptar-se, sobreviver e manter-se. Para conseguir este objectivo, o sistema actua e comporta-se de determinada maneira. Quando surge um conflito entre as necessidades de alguma parte do sistema ou do sistema em geral, este tenta regular e controlar o comportamento das componentes, de forma a assegurar a sua própria sobrevivência. O controlo do sistema é mantido pelas suas próprias estruturas e pelos princípios de comunicação e feed-back.

Os sistemas abertos consomem e libertam energia no ambiente, de tal forma que os elementos de um sistema aberto são afectados pelas mudanças noutros sistemas. A família e o próprio ser humano constituem sistemas abertos. O intercâmbio com o mundo e os outros proporcionam-lhes a energia necessária para a sua auto-regulação.

Cada família enquanto sistema é um todo, mas é também parte de sistemas, de contextos mais vastos nos quais se integra (comunidade, sociedade). Por outro lado, dentro da família existem outras totalidades mais pequenas que são, elas próprias, partes do grupo total: são os chamados subsistemas. Ou seja, não se podem considerar os indivíduos isolados, mas como seres ligados entre si. É neste âmbito que família e meio vivem interligados e não se podem conceber isoladamente. De igual forma, também a criança não pode ser indissociada do meio onde está inserida e da escola onde está integrada: criança/meio/escola são elementos que se interligam e se influenciam mutuamente.

É a partir do momento em que nasce uma criança que o casal (família) se abre ao meio. Quando esta criança entra na escola, essa abertura é ainda mais alargada. Assim, cada família tem características próprias e auto-organiza-se de acordo com as influências externas.

Ai meu burro ai meu burro que me doi a cabeça!

O médico me manda uma gorrinha preta, uma gorrinha preta, (batendo palmas) sapatos trolaró, sapatos trolaró.

Ai meu burro, ai meu burro que me doi os olhinhos!

O medico me manda um par de ocolinhos!

Um par de ocolinhos, uma gorrinha, sapatos trolaró, sapatos trolaró.

Ai meu burro, ai meu burro que me doi a garganta!

O médico me manda uma gravata branca, uma gravata branca, um par de ocolinhos, uma gorrinha preta, sapatos trolaró, sapatos trolaró.

Ai meu burro ai meu burro que me doi o coração!

O médico me manda pinguinhos de limão, pinginhos de limão uma gravata branca,um par de ocolinhos ,uma gorrinha preta, sapatos trolaró, sapatos trolaró.

Ai meu burro,ai meu burro que me doi a barriga!

O médico me manda um chá de ortiga, um chá de ortiga,pinguinhos de limão, uma gravata branca, um par de ocolinhos, uma gorrinha preta, sapatos trolaró, sapatos trolaró.

Ai meu burro ai meu burro que me doi o corpo todo!

O médico me manda ir já, ir já pra cama, um chá de ortiga pinguinhos de limão uma gravata branca, um par de ocolinhos, uma gorrinha preta, sapatos trolaró, sapatos trolaró.

Esta música infantil, além de ser muito divertida, explora o corpo, algum vestuário e trabalha a memorização, pois para ser cantada as crianças têm que se lembrar da “receita” anterior.

Para acompanhar a música, usamos um maravilhoso fantoche, que pode ser ou não usado. Este apenas um exemplo de um que podem fazer, pois o meu burro foi comprado.

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