Artigo 1º
À criança e ao jovem deverá ser garantida a educação rodoviária.
Artigo 2º
A educação rodoviária deverá ser assumida como parte indissociável(1) da formação global do cidadão.
Artigo 3º
A educação rodoviária deverá ter por finalidade a criação de uma cultura em que a segurança rodoviária seja encarada pela sociedade coo um valor a preservar e a desenvolver.
Artigo 4º
A educação rodoviária deverá proporcionar experiências que favoreçam a maturidade cívica e sócio-afectiva da criança e do jovem, desenvolvendo atitudes e comportamentos adequados para uma inserção segura em ambiente rodoviário.
Artigo 5º
A educação rodoviária deverá fazer parte integrante do sistema educativo, constituindo-se como matéria curricular nos diferentes níveis de educação/ensino.
Artigo 6º
A Escola deverá constituir o ambiente privilegiado para a exploração pedagógica da educação rodoviária, enquanto espaço estruturado nos diferentes domínios do conhecimento nos quais a educação rodoviária se poderá, eficazmente, corporizar, em termos de continuidade, sistematização e progressão pedagógica.
Artigo 7º
Aos docentes deverá ser atribuído um papel fulcral como agentes activos da educação rodoviária, o que pressupõe uma adequada formação inicial e continua que os habilite a uma eficaz intervenção educativa.
Artigo 8º
À família cabe assumir, no seu papel educativo, uma acção determinante na interiorização de atitudes e no desenvolvimento de comportamentos adequados, em material de segurança e educação rodoviárias.
Artigo 9º
Às autarquias deverá caber um papel primordial, enquanto entidades promotoras e dinamizadoras da educação rodoviária, na gestão de equipamentos e infraestruturas logísticas e ambientais orientadas para a melhoria das condições de segurança da criança e do jovem.
Artigo 10º
A educação rodoviária deverá constituir tarefa de todos os agentes educativos, corresponsabilizando igualmente entidades públicas e privadas que possam transmitir à criança e ao jovem valores sócio-educativos, na perspectiva de uma formação ao longo da vida.
Edição e produção:
Departamento da Educação Básica e do Ensino Secundário do Ministério da Educação, Direcção Geral de Viação e Prevenção Rodoviária Portuguesa.
(1) Que não se pode dissociar; inseparável.
Onde está a minha filhinha?
Grita a galinha.
Não está no quarto
Grita o gato.
Não está na mão
Grita o cão
Não está no gaio.
Grita o papagaio.
Não está na rua
Grita a perua.
Ela está aqui,
Dentro do meu ninho,
Grita o ratinho.
Há um senhor que é meu tio.
Esse tio tem um irmão.
O meu tio é meu tio mas o irmão não.
O irmão do meu tio o que me será?
o meu pai
O regimento
Ó meu tenente,
Ó meu tenente,
Um passo atrás,
Um passo á frente.
Ó meu soldado,
Ó meu soldado,
Um passo à frente,
Um passo ao lado.
Ó meu sargento,
Ó meu sargento,
Dirige bem,
Teu regimento.
Meu capitão
Meu capitão
Um passo à frente
E mãos no chão.
Um fantoche de uma Joaninha, não serve só para contar histórias, e porquê não usá-lo para cantar ou dizerem todos juntos uma Lenga-lenga?
Joaninha voa voa
Que o teu pai está em Lisboa
A tua mãe no Moinho
A comer pão com toucinho
Minha mãe teve dez filhos
todos dez dentro de um pote:
deu o tranglomanglo neles,
e não ficaram senão nove
Desses nove que ficaram
foram amassar biscoito:
deu o tranglomanglo neles,
não ficaram senão oito.
Desses oito que ficaram
foram pentear o tapete:
deu o tranglomanglo neles,
não ficaram senão sete.
Desses sete que ficaram
foram esperar os reis:
deu o tranglomanglo neles,
não ficaram senão seis.
Desses seis que ficaram
foram depenar um pinto:
deu o tranglomanglo neles,
não ficaram senão cinco.
Desses cinco que ficaram
foram depenar um pato:
deu o tranglomanglo neles,
não ficaram senão quatro.
Desses quatro que ficaram
foram matar uma rês:
deu o tranglomanglo neles,
não ficaram senão três.
Desses três que ficaram
foram dar comida aos bois:
deu o tranglomanglo neles,
não ficaram senão dois.
Desses dois que ficaram
foram matar um perú:
deu o tranglomanglo neles,
e não ficou senão um.
E esse um que ficou
foi ver amassar o pão:
deu o tranglomanglo nele,
e acabou-se a geração.
Dá-me bolinhos
Mas não só um.
Desde o almoço
Faço jejum.
Dá-me bolinhos
Mas não só dois.
Como um agora
Outro depois
Dá-me bolinhos
Mas não só três.
Que os vou papar duma só vez.
Dá-me bolinhos
Mas não só quatro,
Para os provar
Logo no quarto.
Dá-me bolinhos
Mas não só cinco.
Com tanta fome
Eu bem os trinco.
Dá-me bolinhos
Mas não só seis,
Todos maiores
Que bolos-reis.
Além da Lengalenga deixo estas ovelhas como inspiração para fazerem no tempinho dedicado à Expressão Plástica.
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