Educao de Infancia

Sade Infantil


O que a Varicela?

Nov 18, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Sade Infantil

causada por um vrus Zoster; a sua transmisso feita pelo contacto directo com a pessoa infectada; o perodo de contgio de cerca de 10 dias; o perodo de incubao de cerca de 15 dias; a lei obriga a um afastamento escolar de 10 dias.

Sintomas e Diagnstico: Erupo; falta de apetite; febre / dor de cabea; comea pelo tronco, cabea e membros; pode atingir a garganta e rgos genitais; as leses na pele passam por diversas fases em poucas horas: mculas (manchas de cor rosada), ppulas (salientes), vesculas (pequenas bolhas com um liquido transparente), crosta (secas); causam habitualmente prurido, que pode ser intenso, no atingem as palmas das mos e as plantas dos ps.

Preveno e Tratamento: Alvio de sintomas (paracetamol e anti-histamnico ou loes); manter os cuidados de higiene – Vacinao: Existe mas no faz parte do Programa Nacional de Vacinao.

A Meningite na Infncia

Nov 9, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Sade Infantil

Inflamao das meninges; todos os vrus e bactrias alojam-se na faringe dos doentes e de muitas pessoas saudveis (portadores sos) e transmitem-se por via area.

Viral: normalmente tem uma resoluo favorvel criana. Bacteriana: mesmo com o tratamento precoce pode surgir algumas complicaes: surdez; estrabismo; alteraes neurolgicas.

Sintomas e Diagnstico: Febre; falta de apetite; dor de cabea; vmitos; convulses; dilatao da fontanela nos bebs; Rigidez da nuca.

Preveno e Tratamento: Diagnstico precoce; a meningite viral no tem tratamento especfico; a bacteriana tratada com antibitico por via endovenosa.

A Criana Obesa

Nov 2, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Sade Infantil

1.1 Quando Comer se Converte Num Problema

Tanto para as crianas como para os adultos, o acto de comer pode constituir, muitas vezes, um motivo importante de preocupao.

A conduta de comer o prottipo de um processo multivacional.

No caso da fome, as alteraes que se produzem no nosso corpo activam um certo tipo de sinais que pem em marcha os mecanismos reguladores existentes par produzirmos sensao de fome. Por exemplo, a concentrao de glucose (acar) no sangue um sinal qumico que pode desencadear o funcionamento dos referidos mecanismos reguladores.

1.2 A Criana e a Alimentao

A alimentao no bebe no constitui apenas um processo biolgico necessrio sobrevivncia.

E precisamente no processo de alimentao que se estabelece as primeiras comunicaes entre me e filho que acaba de nascer.

Na criana pode surgir na infncia diversas alteraes de alimentao, uma delas a anorexia do segundo trimestre pica. Consiste no facto de a criana comer de forma persistente substncias no nutritivas, como, por exemplo, tinta, gesso, cordas, cabelo ou roupa. Normalmente surge por volta dos 12 e os 14 meses.

1.3 Como saber se uma criana demasiado gorda

Para saber se uma criana demasiado gorda necessrio que seja pesada e medida regularmente, para que possam ser traadas as suas curvas de crescimento nos boletins prprios da criana.

1.4 Porque razo algumas crianas so mais gordas

Todos sabemos que algumas pessoas tm tendncia para engordar muito mais facilmente do que outras. No escolheram, tal como no escolheram a cor dos olhos ou dos cabelos. Entre estes caracteres existe um ponto em comum, a sua determinao gentica.

1.5 A Obesidade e o Excesso de peso

Excesso de peso definido como o peso corporal que excede o peso padro em relao idade e altura, sendo representado por um ndice de massa corporal( IMC) acima do percentil 85. J a Obesidade representada por um IMC acima do percentil 95.

1.6 Obesidade Infantil

A Obesidade um importante problema de sade da actualidade que atinge indivduos de todas as classes sociais, variadas faixas etrias e diversos pases.
Na infncia a Obesidade resulta do modo como os adultos alimentam e eduo as crianas.
A Obesidade quanto etologia, divide-se em simples ou secundria.

1.7 Origens e Causas da Obesidade Infantil

Existem origens em factores genticos e factores ambientais. Os factores ambientais dividem-se em: aspectos psicolgicos e aspectos Scio- econmicos e culturais. Estes dois factores ao actuarem vo fazer a regulao neuroendcrina, esta regulao estar em equilbrio quando a ingesto energtica ser gasta em gastos energticos, caso a ingesto for maior que o gasto, teremos um caso de obesidade.

1.8 A Criana Obesa e o Bullyng

As crianas obesas so alvo de agresses repetidas e intencionais por parte dos colegas, por ser uma criana diferente ao nvel do aspecto exterior. Sendo por isso alvos fceis de atacar e como tm muito peso lhes difcil defender fisicamente destas agresses.

1.9 Enquanto Profissionais de Educao o que fazer?

Falar do papel da televiso, e o nmero de horas gastos;
Falar nas prevenes a ter para combater o aumento da Obesidade;
Criar momentos de actividade fsica;
Criar um projecto Famlia/Escola para a preveno e manejo da Obesidade.

Linhas de Apoio Criana Maltratada

Out 24, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Sade Infantil

Linha Nacional de Emergncia Social: 144

SOS Criana: 80 020 26 51

APAV: 70 720 00 77

Criana Maltratada: 21 343 33 33

Comisses de Proteco Crianas e Jovens: www.cnpcjr.pt

Histria ” A Sr Roda dos Alimentos”

Set 19, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Alimentao, Sade Infantil

Era uma vez uma senhora muito redondinhaesta senhora era muito redondinha e muito brincalhona. E sabem qual era a sua brincadeira preferida? Ela adorava brincar com todos os alimentos: com as cenouras, com a maa, com a cebola, com o nabo, com a abbora, com o morango, com a couve-flor, com a alface, com a gua com as cerejas, com o anans, com o pepino, com o po, com o leite, com o iogurte, com o queijo, com os ovos, com o azeite, com a manteiga.

Certo dia, andava a senhora muito redondinha na sua brincadeira quando decidiu fazer um jogo com todos os alimentos. Os alimentos gostaram muito da ideia, porque tambm adoravam brincar. Ento, a senhora muito redondinha pediu a todos os alimentos que estivessem com muita ateno para explicar o jogo:

– Todos os alimentos do mesmo grupo ou famlia vo juntar-se para formar um grupo explicou a senhora muito redondinha.
– Vamos jogar? perguntou a senhora roda.
– Sim responderam todos os alimentos em coro.
De repente, gerou-se uma grande confuso, porque uns alimentos queriam ficar no mesmo grupo e outros no sabiam para onde haviam de ir
A senhora roda voltou a explicar que s podiam ficar no mesmo grupo, os alimentos parecidos, por exemplo, a ma, a pra e outras frutas formavam um grupo
As cenouras, as couves e outros legumes formavam outro grupo
A massa, o arroz, o po, outro grupo
O leite, o queijo, os iogurtes outro grupo
O feijo, o gro, as ervilhas formavam outro grupo
Os ovos, a carne, o peixe juntos formavam outro grupo..
O azeite, a manteiga, o leo outro grupo..
Depois desta explicao, os alimentos comearam a juntar-se em grupos

Assim, a maa, o morango, a pra, o anans e as cerejas juntaram-se e formaram o grupo das frutas.

A seguir, o tomate, a cenoura, o pimento, a couve-flor, a alface, a cebola, a abbora, o nabo, o pepino juntaram-se e formaram o grupo dos legumes.

Depois, a massa, o arroz, as batatas e o po formaram o grupo dos hidratos de carbono.

O feijo, o gro, as ervilhas formaram o grupo das leguminosas.

O leite, o queijo e o iogurte formaram o grupo dos lacticnios .

Os ovos, a carne e o peixe formaram outro grupo, o das protenas .

O azeite, a manteiga e o leo formaram o grupo das gorduras.

Mas sobrava um alimentoa gua. A senhora roda explicou que a gua era muito importante e ficava nomeio de todos os outros grupos, porque todos os alimentos so constitudos por gua.

Quando todos os alimentos estavam juntos em grupos, a senhora roda dos alimentos explicou que cada grupo era muito importante e que se devia comer um pouco de todos os grupos, comendo mais dos grupos maiores e menos dos grupos mais pequenos.

Criana Saudvel vs Criana Doente

Set 18, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Sade Infantil

Criana saudvel
Bem disposta e activa
Sempre pronta a brincar
Curiosa, v e mexe em tudo
Come com apetite
Dorme bem, e se acorda durante a noite quer brincadeira.

Criana Doente
Irrequieta, no se entretem com nada
Perde o interesse pela comida
Sono agitado, acordando por vezes a meio da noite chorando ou gemendo
Triste e prostrada
Desinteressada pela brincadeira.

As Convulses na Criana

Set 17, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Sade Infantil

Sintomas:

Subida da temperatura; Rigidez sbita no corpo; Espasmos musculares; Espuma na boca; Perda de conscincia

Como Agir:

-Deitar a criana no cho em posio lateral.
-Retirar todos os objectos em redor da criana.
-Proteger a cabea da vtima.
-Aliviar a roupa em excesso.
-Observar se respira.
-Reduzir luz e rudo.
-Permitir descanso aps a crise.
-NO reprimir os movimentos.
-NO em introduzir nada na boca.
-NO atirar gua para a cara.


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