Educao de Infancia


As Recentes Notcias em Educao

Jul 23, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: As nossas leituras, Educao

Eu sou uma profissional, tento ser justa mas no posso ser conivente. Existem situaes com as quais eu no concordo nem nunca vou concordar, independentemente dos “ses”. Em Portugal transita-se uma criana com 9 negativas, ou seja nem numa rea ela teve sucesso.

Expliquem-me como possvel? E h muito boa gente que por dificuldades econmicas, sociais, fiscas, psicolgicas, etc se v retida com um nmero de negativas muito inferior. Que justia esta? E aqueles alunos que lutam para conseguir um curso superior, que os pais pagam com muito esforo explicaes para entrarem no que tanto desejam?

Eu sou Educadora e luto no por direitos iguais mas por igualdade de oportunidades mas no assim que se obtm. Eu sei que vai haver muita gente a criticar-me mas a minha opinio e vale como todas as vossas. Isto no Educar! O que foi feito durante o ano para que o aluno tivesse melhores resultados? Ser que s se lembraram dele no dia da avaliao final?

Enquanto Portugal tiver uma Ministra que seja contra “chumbar” este pas no vai ter um futuro nada feliz. Estas crianas que hoje andam pelos bancos da escola, vo ser os nossos Engenheiros, Mdicos, Advogados, Cozinheiros, Gestores, tero eles competncias para tal?

A Educao muito mais que um Magalhes, muito mais que transitar ou no. De que nos serve ter uma uma populao feliz com um Diploma na mo, se no est apto para exercer e esta condenada ao desemprego.

No trabalhem para estatsticas, trabalhem para a realidade. Sejam exigentes porque isso no traumatiza nenhum aluno. A vida vai ser muito mais exigente com eles e no vai estar preocupada com os possveis traumas.

Os professores tm medo de no transitar um aluno e transformam a Educao num facilitismo tal, que s prejudicam os alunos que nada aprendem nem o respeito por que tenta (mesmo em condies muitas vezes miserveis) ENSINAR.

Ensinar e Aprender no so notas/avaliaes, so esforos de professores e alunos, so vivncias, so trocas, so partilhas, so uma infinidade de acontecimentos que os polticos no entendem.

So as pessoas que fazem a Educao e isso faz-se no terreno, no s no papel, por pessoas que sabem muito pouco sobre Educao e tm pouco mais que a experincia pessoal ou a ideia remota do que foi a sua vida escolar. E so estas pessoas que decidem os destinos da Educao e os “disparates” que por c se fazem. no mnimo triste!

Para ver as notcias a que me refiro, na integra, pode encontra-las aqui e aqui.

Veja mais aqui e aqui.

Conceito de Educao

Jun 15, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: As nossas leituras, Educao de Infncia

Problemtica, varia tendo em conta vrios aspectos:

Factores que acontecem em todas as sociedades;

Como actividade que um processo, uma construo;

Poder ser consequncia desse actividade e sendo assim, o seu resultado/efeito;

Tambm relao porque permite estabelecer uma ponte permissiva;

Actuao do educador em relao ao educando;

Qualidade de qualquer pessoa que foi educada;

Pode chamar-se tambm, ao sistema escolar de um pas;

Nvel de instruo de um povo;

Comportamento segundo certas normas de cidadania;

Transmisso cultural numa sociedade.

H diferentes dimenses relacionadas com o termo educao e que se prendem com uma dimenso pessoal, social, econmica, poltica, artstica, etc.

Cabanas, baseia-se no conceito essencial contestvel, (v a educao como um conceito contestvel).

1. tipo valorativo;

2. tem um carcter complexo;

3. varia se as circunstncias variarem;

4. acredita-se que a discusso do conceito o clarifica;

5. quem o utiliza sabe que existem outras acepes sobre o mesmo.

# Na disciplina de pedagogia:

A educao um processo, um conjunto de actos educativos dos quais o ser humano consegue atingir nveis superiores da sua existncia.

Acreditamos que a educao uma realidade enti-nmica. (quer dizer que possui pequenas/grandes questes que revelam algumas contradies que as pessoas podem discutir. Exemplo disso, so as questes das posies das famlias permissivas).

” A educao um acto de amor, por isso, um acto de coragem. No pode temer o debate. A anlise da realidade. No pode fugir a discusso criadores, sob pena de ser uma farsa. Como aprender a discutir e a debater com uma educao que se impe?”

Paulo Freire (Educao como prtica da liberdade)

(Forma de informar so duas autonomias diferentes)

“A educao tem como finalidade desenvolver no indivduo toda a perfeio de que este capaz.”

E. Kant

(atitude preceptora/empreendedora)

“A educao tem sobretudo como objectivo desenvolver a capacidade para as transformaes e a adaptao a situaes novas.”

Gaston Mialaret

(criatividade, altitude que os alunos tm perante algumas situaes)

O aluno deve ser receptor, mas tambm ser algo mais do que isso, pode ser ideias. Scrates deixava os seus alunos falar e s depois que falava e comentava.

Mialaret

Pedagogia, escolhe, explica as aces educativas, o seu objectivo de estudo uma reflexo sobre a prtica para melhorar as prticas.

Investiga, reflecte sobre as finalidades da educao =/= das finalidades educativas

Para explicitar objectivos propor meios de interveno meios metodolgicos, de organizao, assim incidem diferentes pontos:

No aluno;

No papel de educador/professor;

Nos conhecimentos (sabores);

Nos contextos.

As Orientaes Curriculares na Educao de Infncia

Jun 14, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: As nossas leituras, Educao de Infncia

ORIENTAES CURRCULARES:

Conjunto de princpios que apoiam o educador nas decises, em relao s prticas lectivas, de modo que conduza com sucesso todo o processo de ensino – aprendizagem. No considerado programa porque no tem um carcter obrigatrio vinculativo e tambm porque a sua situao est mais centrada em indicaes do que em propriamente em proviso de resultados a obter.

PRESUPOSTOS DAS ORIENTAES CURRICULARES:

Desenvolvimento e aprendizagem so factores que no se separam;

Reconhecer a criana como sujeito do processo educativo, (partir sempre dos seus saberes, para acrescentar algo mais, outras aprendizagens);

A construo articulada do saber;

Pedagogia diferenciada, (tem a ver com o facto de cada sujeito ser nico e diferente).

( Cap. V e VI – didctica e educ. infantil)

RESUMO DOS OBJECTIVOS PEDAGGICOS DA LEI-QUADRO:

Promover o desenvolvimento pessoal e social da criana;

Fomentar a insero da criana em grupos sociais, respeitando uma pluralidade da culturas;

Contribuir para a igualdade de oportunidade e sucesso na aprendizagem;

Estimular o desenvolvimento global da criana, respeitando as suas caractersticas individuais;

Desenvolver a expresso e comunicao atravs de linguagens mltiplas;

Despertar a curiosidade e o pensamento crtico;

Proporcionar bem estar e a segurana;

Despistar inadaptaes, deficincias ou precocidades;

Incentivar a participao da famlia e colaborao da comunidade no processo educativo.

ORIENTAES CURRICULARES:

Introduo matemtica

Conhecimento do mundo

Expresses

Desenvolvimento pessoal e social

O MTODO CIENTFICO BASTANTE IMPORTANTE NAS ORIENTAES CURRICULARES:

Planificao:

- estruturar

- organizar

– orientar para fins, para determinados propsitos, tambm construir uma previso do processo a seguir.
Segundo Clarcke e Peterson:

Definem a planificao segundo um conjunto de processos psicolgicos segundo o qual a pessoa visualiza o futuro, faz um inventrio de fins e meios a construir um marco de referncia que guie as suas aces.

O que o Currculo?

Jun 10, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: As nossas leituras, Educao de Infncia

O que o currculo?

O currculo o projeto que determina os objetivos da educao escolar e prope um plano de ao adequado para a consecuo de ditos objetivos. Supe selecionar, de tudo aquilo que possvel ensinar, o que vai se ensinar num entorno educativo concreto. O currculo especifica o que, como e quando ensinar e o que como e quando avaliar.

O currculo que estabelecem as administraes pblicas aberto, flexvel e geral, de maneira que cada centro que adapta essas bases a seu entorno particular.

Para compreender o termo adaptaes curriculares necessrio ter umas breves noes dos aspectos bsicos do currculo.

Na Espanha, o governo central, quer dizer, o Ministrio de Educao, estabelece os ensinos mnimos que se deve ter em conta em todos os centros da Espanha. Em funo destes ensinos mnimos, cada uma das

Administraes Educativas competentes, quer dizer, os governos das diferentes Comunidades Autnomas, adaptam esses ensinos gerais, em funo de suas necessidades e de sua populao. Uma vez que as juntas de educao das diferentes comunidades estabelecem seus currculos, cada centro o que, em funo de suas caractersticas concretas, adapta esta normativa, estabelecendo o currculo de seu centro.

Continuando, o professor o que realiza seu currculo, para seu grupo concreto. Uma vez que o professor desenhou sua programao trimestre ou anual, e se encontra com alunos com necessidades educativas especiais em seu grupo, quando tem que fazer uma adaptao curricular para esse aluno concreto.

A funo e objectivos da Educao

Jun 5, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: As nossas leituras, Educao de Infncia

Funo e objectivos da educao:

Cabe escola estabelecer o direito educao, direito individualidade, a criana vista como sujeito diferente e nico. O direito a uma educao cultura, direito a desenvolver-se a vrios nveis (nvel relacional, afectivo, social, intelectual, etc.), desenvolver a autonomia, com esprito crtico e livre, etc.

necessria uma interveno de ns educadores, em relao aos educandos de modo a colocar condies optimizadas em relao aos momentos de evoluo da criana. (Piaget).

A escola tem aspectos que influem nesse desenvolvimento

Possui recursos ;
Possui o currculo e possui uma concepo pedaggica.

A Educao

Ago 3, 2008 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Educao de Infncia

“A Educao exige os maiores cuidados porque influi sobre toda a vida.”

Sneca


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