Educao de Infancia


A Criana com Escarlatina

Dez 6, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Psicologia Infantil

provocada por uma bactria responsvel por infeces da garganta e da pele. Afecta principalmente crianas em idade escolar e o perodo de Incubao de 2 a 4 dias.
Transmisso: Saliva; secrees infectadas.
Sintomas e diagnstico: Infeco na garganta; febre elevada nos 1s dias; erupo na pele; por vezes surge dor de barriga, vmitos e prostrao. Recolha de bactrias colhidas na garganta.
Erupo: Pequenas manchas de cor vermelho vivo (face, axilas e virilhas); no 2dia – pescoo e tronco; face e membros; pele spera; lngua branca (inicio) depois fica com aspecto framboesa (aumento das papilas).

Preveno e Tratamento: Antibiticos; Paracetamol; repouso; ingerir muitos lquidos – com tratamento adequado ao fim de 48/72 horas a criana pode voltar ao jardim-de-infncia.

A Criana tmida

Nov 20, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Psicologia Infantil

A timidez, que pode criar tantos problemas como as deficincias fsicas mais graves, e as suas consequncias podem ser extremamente prejudiciais.
Os tmidos so:

Crianas que tm medo de errar
No conseguem transpor obstculos
No tomam iniciativa
No faz amizades com facilidade
Brinca sozinha num stio isolado

O que Pediculose?

Nov 7, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Psicologia Infantil

A Joana Mendes enviou-me um e-mail para estrelinhas@educacaodeinfancia.com a perguntar o que Pediculose.

Aqui est a informao Joana, se necessitares de mais consulta o nosso frum.

Epidemia de piolhos que vive do sangue do couro cabeludo.

Transmisso: Contacto Directo; contacto Indirecto (escovas, ganchos, roupa).

Sintomas e Diagnstico: Comicho; irritao do couro cabeludo.

Preveno e Tratamento: Medicamentos (s matam os piolhos); retirar as lndeas com um pente fino; deve-se observar todas as crianas.

Espero que esta informao te tenha sido til, bem como a todos os que nos visitam.

A Criana Agressiva

Nov 6, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Psicologia Infantil

A agressividade uma caracterstica instintiva inerente a todo o ser humano, que melhor ou pior controlada de acordo com a personalidade de cada um.
Existe dois tipos de agressividade:
Agressividade hostil – Agresso que normalmente aumenta durante o perodo pr-escolar e depois decresce
Entende-se por agressividade hostil, o comportamento agressivo cuja inteno magoar outra pessoa
Agressividade instrumental – Agresso que acontece com mais frequncia em idades pr-escolares
Entende-se por agressividade instrumental, o comportamento agressivo usado como um meio para atingir um objectivo.

O que a mentira infantil?

Nov 5, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Psicologia Infantil

A mentira essencialmente uma afirmao contrria realidade dita por um indivduo a outro com a finalidade de o induzir em erro. Broyer (1975)

A mentira sem dvida o acto de falsear a realidade, mas deve ser classificada segundo a inteno do seu autor. Assim, podem ser consideradas de “boas mentiras” aquelas que se dizem com a inteno de ajudar algum, quando vamos visitar uma pessoa que sabemos que est muito doente e lhe dizemos que ir melhorar depressa.

A mentira nasce do isolamento intelectual ou afectivo da pessoa que mente, que por vezes se fecha no seu mundo porque se considera incompreendida pelos outros, e o acto de mentir por vezes no passa de uma chamada de ateno.

Reaces dos Educadores face mentira infantil

Nov 4, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Psicologia Infantil

Quando se pretende explicar a mentira aos educadores, estes demonstram uma enorme resistncia intelectual em aceitar a complexidade da compreenso psicolgica da mentira na criana.

Segundo Broyer (1975) acima mencionado, compreender e tentar encontrar quais as razes que levam a criana a mentir, considerado por muitos adultos uma perda de tempo, porque acham que h crianas mentirosas, assim como as h francas e gentis. Para alguns adultos o facto da criana mentir deve-se existncia de uma malformao psquica que a impede de ser como os outros e de dizer a “verdade”, assim se explica o facto de muitos ficarem aterrorizados quando se apercebem que o seu filho .

A maior parte das vezes como se sente culpados pelo comportamento dos seus filhos, faro avaliaes depreciativas sobre si prprias e sobre a educao que deram s suas crianas.
As reaces dos adultos, podem apresentar os seguintes tipos:

Lastimar-se aos outros e a si prprio, pelo facto de ter que lidar com uma criana “desequilibrada”.
“Desligar-se” afectivamente do mentiroso;
“Arregaar as mangas” e voltar aos bons e velhos princpios educativos, que tal como diziam os mais velhos sempre foram eficazes, no tempo em que a psicologia no perturbava as mentes com os seus complexos e recalcamentos: recorre-se ento, s sanes corporais, ao aoite e tareia;
“redobrar de ateno” com esta criana, que muitas vezes fica catalogada como sendo incapaz de perceber a “verdade” e que ter muita necessidade de ter ao seu lado uns pais capazes de a ajudar a ultrapassar este grande, ou talvez, pequeno problema.

Porque mentem as crianas?

Nov 3, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Psicologia Infantil

Durandin citado pelo autor Grard Broyer (1975), fez um estudo sobre as causas que levam a criana a mentir e divide a mentira infantil conforme as causas da sua existncia:
1. Mentir por brincadeira
2. Mentir para fazer mal a algum
3. Mentir para evitar desgostos
4. Mentir para proteger um grupo
5. Mentir por interesses
6. Mentir para no se sentir inferior
7. Mentir pelo prazer de enganar algum
8. Mentir por timidez
9. Mentir para evitar sanes
10. Mentir para ser acreditada


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