• No existem jogos nem actividades especiais em si prprios. O calor e a afectividade que as envolvem que contam. Os bebs sentem o encorajamento para aprender, experimentar e apreciar, como sentem o contrrio e se tornam apticos.
  • As actividades dos bebs devem ser integradas na estrutura dos contactos naturais com eles. Eles querero aprender e mostrar-se-o interessados em tudo o que se passa roda e sobretudo sentir-se-o encorajados para serem activos e curiosos.
  • A conduta dos adultos um modelo para a conduta das crianas. A criana pequena naturalmente imitadora e apodera-se facilmente dos procedimentos que usamos a seu respeito e torna-se nervoso e irritvel se no temos em conta as suas necessidades. Se os adultos so calmos e afectuosos para com ela, a criana responder no mesmo tom.
  • Se a criana est apreciar qualquer coisa e deseja continuar, no deve ser interrompida. No se deve forara criana a mudar de actividade, apenas porque pensa que altura dela fazer outra coisa. Deve-se deixar ter a experincia repetida de ser capaz de completar uma actividade e satisfazer completamente a sua curiosidade acerca de um objecto. A sua capacidade de ateno ser maior se lhe for permitido seguir o seu prprio ritmo e interesse.