Educao de Infancia

Setembro, 2009


Pais e Educadores devem estar atentos aos comportamentos repetitivos das crianas, de forma a poder auxili-las em caso de Transtorno Obsessivo-Compulsivo.

Podemos ajudar a minimizar a ansiedade e os medos das crianas, reduzindo assim os comportamentos compulsivos. A saber:

– Conserve calmamante com a criana. Descubra quais so os seus medos e porque que ela est ansiosa.

– Explique de forma calma, simples e objectiva como ela deve confiar em si mesma, aps realizar uma vez determinado comportamento que a tranquiliza, e que no necessrio repeti-lo (ex: fechar a porta para evitar a entrada de estranhos). Ao repetir, de forma calma e segura, explique novamente.

Faa isso quantas vezes forem necessrias, pois ela procura acalmar-se com a repetio do comportamento.

– NUNCA critique ou ridicularize a sua forma de agir.

– Estimule a aprendizagem de coisas novas.

– Trabalhe com ela a respirao. Faa Yoga. Respirar correctamente uma das melhoras formas de combater a ansiedade.

– Lembre-se, a criana precisa de si para superar essa frase. Esteja presente. Calma e serenamente.

Este poema pode tambm ser cantado:

Os atacadores soltam-se

se no os souberes prender;

vou-te contar um segredo

e vais ficar a saber.

Pegando pelas duas pontas,

uma cruz deves fazer;

passa uma por dentro da outra,

estica-as e vais ver!

Observa…genial!

Juntas esto apertadinhas.

Agora vamos fazer o lao

comeando pelas orelhinhas.

Pega nos atacadores

forma duas orelhinhas

que se abraaro uma outra

ficando muito unidinhas.

Agora que esto esticadas

um n no meio vai aparecer,

o sapato j est calado,

com um lindo lao a prender!

um jogo divertido,

que tu deves praticar;

se puxares as duas pontas,

elas vo desatar.

Por Nilda Zamataro

Como lidar com os cimes de uma criana?

Set 28, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Psicologia Infantil

De facto esta situao apesar de comum, no fcil de resolver, no entanto, muito bom que os pais tenham a colaborao dos diversos parceiros educativos para tentar minimizar o problema. Assim sendo, importante que tambm ns, Educadores, tenhamos a nossa parte interventiva, mas como?

Em primeiro lugar deve estabelecer-se um plano para que a famlia e escola estejam em sintonia na tomada de decises.

Em segundo, pais e educadores devem conversar regularmente para que possam ser encontradas estratgias.

Por ltimo, e se o motivo dos cimes for a chegada de um irmo, o Educador deve saber o quanto antes para que com a colaborao de todos os meninos possa tornar aquele momento em algo mgico, nico e muito especial.

A partilha, a tomada de decises, individualidade de cada criana e a sua importncia so temas muito trabalhados por ns em contexto escolar, logo com as actividades propostas e com um bom relacionamento com a famlia tudo ser muito mais fcil de ultrapassar.

A Roda das Actividades em Jardim de Infncia

Set 27, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Instrumentos de Trabalho

Esta Roda das Actividades deve ser imprimida ao tamanho das vossas necessidades. Colocam uma seta que rode e que pare em todas as actividades. Vo rodando conforme a actividade que esto a realizar.

mais um Instrumento de Trabalho que pode ser usado no Jardim de Infncia e no 1 Ciclo. Pode tambm ser adaptada e modificada a vossa rotina.

Espero que vos seja til neste recomeo de ano escolar.

Aceitamos sugestes para a utilizao desta Roda.

Alfabeto Comestivel

Set 26, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Receitas deliciosas

Ingredientes:

* Massa quebrada, congelada ou para confeccionar: 200g de farinha, 100g de manteiga, sal e um pouco de guas; A massa deve ficar macia e no colar: amasse-a numa tbua com farinha;
* Cobertura de Acar: acar em p, um pouco de gua, corante alimentar;
* Guloseimas para a decorao (granulado colorido ou de chocolate, fios de acar, gomas);
* Uma faca de pontas redondas para cada criana.

Modo de Preparao:
A criana deve dispor tiras de massa para fazer uma letra 8 cm (mais ou menos). Com a faca e um pouco de gua, a criana cola os elementos. Colocam-se as letras no forno a 150C para cozerem, num tabuleiro coberto com papel vegetal durante 10/15 minutos. Depois, prepara-se a cobertura de acar: aproximadamente 3 colheres de sopa de acar em p, um pouco de corante alimentar e umas gotas de gua para uma letra. A criana espalha a cobertura e decora a seu gosto a letra com guloseimas.

Histria ” A casa da mosca fosca”

Set 25, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Estimulao leitura e escrita, Histrias Infantis

A casa da mosca fosca

Era uma vez a MOSCA FOSCA
Que vivia num bosque distante.
Farta de zunir, de dar voltas sem parar,
Decidiu fazer uma casa para morar.
Podia dormir na cama,
E ficar muito quentinha,
Podia receber amigos
E preparar doces na cozinha.
E a Mosca Fosca ps-se a trabalhar
Erguendo uma casa num lindo lugar.
Para o seu lar inaugurar sem demora,
Preparou um belo bolo de amora.
O seu aroma espalhou-se pelo bosque afora.
Arranjou SETE assentos,
E para a mesa, SETE pratos.
No cabia nem mais um.
Pouco tempo passado, bateu porta o ESCARAVELHO.
– Quem vive neste lugar?
Quem venho visitar?
– A Mosca Fosca.
Fao uma festa para inaugurar
Este que o meu novo lar.
E tu quem s?
– Sou o Escaravelho Carquelho,
Aquele que tem o nariz vermelho.
Que bom cheiro! Posso entrar?
– Claro que sim.
s o PRIMEIRO a chegar!
E muito contentes os DOIS decidiram merendar.
Mas quando iam comear, passou por ali o MORCEGO.
Viu a casa, cheirou-lhe a bolo e bateu porta.
– Quem vive neste lugar?
Quem venho visitar?
– A Mosca Fosca
E o Escaravelho Carquelho.
E tu quem s?
– Sou o Morcego Ralego,
O que gosta da noite
Para ter sossego.
Ai que fome, posso entrar?
– Claro que sim.
s o SEGUNDO a chegar!
E muito contentes os TRS decidiram merendar.
Mas antes da primeira dentada,
Passou ali o SAPO.
Cheirou-lhe a bolo e ficou com apetite.
– Quem vive neste lugar?
Quem venho visitar?
– A Mosca Fosca,
O Escaravelho Carquelho,
E o Morcego Ralego.
E tu quem s?
– Eu sou o Sapo Larapo,
Com laarote de trapo.
Que bem cheira! Posso entrar?
– Claro que sim.
s o TERCEIRO a chegar!
E muito contentes os QUATRO decidiram merendar.
Mas quando iam comear,
Passou pelo bosque a CORUJA.
Viu a casa, ouviu a festa e aproximou-se.
– Quem vive neste lugar?
Quem venho visitar?
– A Mosca Fosca,
O Escaravelho Carquelho,
O Morcego Ralego,
E o Sapo Larapo.
E tu quem s?
– Sou a Coruja Rabuja,
A que limpa e nunca suja.
Boa festa! Posso entrar?
– Claro que sim.
s a QUARTA a chegar!
E muito contentes os CINCO decidiram merendar.
Mas quando iam comear,
Passou por ali a RAPOSA.
Cheirou-lhe a bolo e animou-se a entrar.
– Quem vive neste lugar?
Quem venho visitar?
– A Mosca Fosca,
O Escaravelho Carquelho,
O Morcego Ralego,
O Sapo Larapo,
E a Coruja Rabuja.
E tu quem s?
– Sou a Raposa Tramosa,
Sou muito esperta e muito gulosa.
Que bolo apetitoso!
Posso entrar?
– Claro que sim.
s a QUINTA a chegar!
E muito contentes os SEIS decidiram merendar.
Mas quando iam provar o bolo,
Passou por ali o LOBO.
O cheiro fez-lhe crescer
gua na boca
E bateu porta.
– Quem vive neste lugar?
Quem venho visitar?
– A Mosca Fosca,
O Escaravelho Carquelho,
O Morcego Ralego,
O Sapo Larapo,
A Coruja Rabuja
E a Raposa Tramosa.
E tu quem s?
– Sou o Lobo Rebobo,
O mais narigudo
face do globo.
Que bolo to bem feito!
Posso entrar?
– Claro que sim.
s o SEXTO a chegar!
E muito contentes os SETE decidiram merendar.
Quando por fim iam provar o bolo,
Apareceu por ali o urso. Tinha estado toda a tarde
procura de amoras sem encontrar nenhuma.
Viu a casa, ouviu a festa e pensou:
Porque no me convidaram?
E bateu porta.
– Quem vive neste lugar?
Quem venho visitar?
– A Mosca Fosca,
O Escaravelho Carquelho,
O Morcego Ralego,
O Sapo Larapo,
A Coruja Rabuja,
A Raposa Tramosa
E o Lobo Rebobo.
E tu quem s?
EU SOU O URSO LAMBEIRO,
O MAIS GULOSO DO MUNDO INTEIRO.
E ESTE RICO BOLO DE AMORA
VOU COM-LO TODO AGORA!
E assim se acaba o conto Com uma dentada e pronto!

Tenham um excelente incio de ano lectivo

Set 23, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Pais

S para Pais (com filhos no jardim de Infncia)

1. “Proibido insultar o jardim-de-infncia chamando-lhe “escolinha”. Em primeiro lugar, porque uma escola. Em segundo, porque todas as escolas ganhavam se ligassem Brincar com aprender.

2. proibido que os pais imaginem que o jardim-de-infncia serve para aprender a ler e contar. Ele til para aprender a descobrir os sentimentos. Para aprender a imaginar e a fantasiar. Para aprender com o corpo, com a msica e com a pintura. E para brincar. Uma criana que no brinque deve preocupar mais os pais do que se ela fizer uma ou outra birra, pela manh ao chegar.

3. O jardim-de-infncia assusta as crianas sempre que os pais como quem sossega nelas os medos deles por mais um dia de jardim-de-infncia – lhes repetem: ” Hoje vai correr tudo bem!”

4. Os pais esto proibidos de despedir-se muitas vezes das crianas, ao chegarem todos os dias. E bom que se decidam: ou ficam contentes por elas correrem para os amigos ou ficam contentes por elas se agarrarem ao pescoo deles, com se estivessem prestes a ser abandonadas para sempre.

5. proibido que as crianas vo dia-sim dia-no ao jardim-de-infncia. E que vo, simplesmente, quando os seus caprichos infantis vo de frias. E que no vo ” s porque sim”. O jardim-de-infncia no um trabalho para os mais pequenos. uma bela oportunidade para os pais no se esquecerem que se pode amar o conhecimento, namorar com a vida, nunca ser feliz sozinho e brincar, ao mesmo tempo.

6. No jardim-de-infncia no obrigatrio comer at ltima colher; nem dormir todos os dias. E no nada mau que uma criana se baralhe e chame pai/me ao educador/a (ou vice-versa).

7. Os pais esto obrigados a estar a horas quando se trata duma criana regressar a casa. Prometer e faltar devia dar direito a que os pais fossem sujeitos classificados como tendo necessidades educativas especiais.

8. Os pais no podem exigir aos filhos relatrios de cada dia de jardim-de-infncia. Mas esto autorizados a ficar preocupados se as crianas forem ficando mais resmungonas, mais tristonhas ou, at, mais aflitas, sempre que regressam de l. E esto, ainda, autorizados a proibir que o jardim-de-infncia s se abra para eles durante as festas.

9. O jardim-de-infncia uma escola de pais. E um lugar onde os educadores so educados pelas crianas. Um lugar onde todos se educam uns aos outros no uma escola como as outras. um jardim-de-infncia.

10. Um dia, num mundo mais amigo das crianas, todas as escolas sero jardins-de-infncia!”

Eduardo S

dia das bruxas


Archives


Links


Meta

Advertising


Comentários Recentes