Educao de Infancia

Educao de Infncia


Tartaruga com pratos de papel

Ago 20, 2010 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Conhecimento do Mundo, Creche, Educao de Infncia, Expresso plstica

Com dois pratos de papel colados, fazemos a carapaa e decora-se a gosto.

Com cartolina colorida, fazemos os membros e a cabea.

Em vez de fazer 2 pintas nos olhos, pode colar olhos mveis.

Uma ideia, fcil, barata e bonita para realizarem com os meninos do Jardim de Infncia ou da Creche.

Conceito de Educao

Jun 15, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: As nossas leituras, Educao de Infncia

Problemtica, varia tendo em conta vrios aspectos:

Factores que acontecem em todas as sociedades;

Como actividade que um processo, uma construo;

Poder ser consequncia desse actividade e sendo assim, o seu resultado/efeito;

Tambm relao porque permite estabelecer uma ponte permissiva;

Actuao do educador em relao ao educando;

Qualidade de qualquer pessoa que foi educada;

Pode chamar-se tambm, ao sistema escolar de um pas;

Nvel de instruo de um povo;

Comportamento segundo certas normas de cidadania;

Transmisso cultural numa sociedade.

H diferentes dimenses relacionadas com o termo educao e que se prendem com uma dimenso pessoal, social, econmica, poltica, artstica, etc.

Cabanas, baseia-se no conceito essencial contestvel, (v a educao como um conceito contestvel).

1. tipo valorativo;

2. tem um carcter complexo;

3. varia se as circunstncias variarem;

4. acredita-se que a discusso do conceito o clarifica;

5. quem o utiliza sabe que existem outras acepes sobre o mesmo.

# Na disciplina de pedagogia:

A educao um processo, um conjunto de actos educativos dos quais o ser humano consegue atingir nveis superiores da sua existncia.

Acreditamos que a educao uma realidade enti-nmica. (quer dizer que possui pequenas/grandes questes que revelam algumas contradies que as pessoas podem discutir. Exemplo disso, so as questes das posies das famlias permissivas).

” A educao um acto de amor, por isso, um acto de coragem. No pode temer o debate. A anlise da realidade. No pode fugir a discusso criadores, sob pena de ser uma farsa. Como aprender a discutir e a debater com uma educao que se impe?”

Paulo Freire (Educao como prtica da liberdade)

(Forma de informar so duas autonomias diferentes)

“A educao tem como finalidade desenvolver no indivduo toda a perfeio de que este capaz.”

E. Kant

(atitude preceptora/empreendedora)

“A educao tem sobretudo como objectivo desenvolver a capacidade para as transformaes e a adaptao a situaes novas.”

Gaston Mialaret

(criatividade, altitude que os alunos tm perante algumas situaes)

O aluno deve ser receptor, mas tambm ser algo mais do que isso, pode ser ideias. Scrates deixava os seus alunos falar e s depois que falava e comentava.

Mialaret

Pedagogia, escolhe, explica as aces educativas, o seu objectivo de estudo uma reflexo sobre a prtica para melhorar as prticas.

Investiga, reflecte sobre as finalidades da educao =/= das finalidades educativas

Para explicitar objectivos propor meios de interveno meios metodolgicos, de organizao, assim incidem diferentes pontos:

No aluno;

No papel de educador/professor;

Nos conhecimentos (sabores);

Nos contextos.

As Orientaes Curriculares na Educao de Infncia

Jun 14, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: As nossas leituras, Educao de Infncia

ORIENTAES CURRCULARES:

Conjunto de princpios que apoiam o educador nas decises, em relao s prticas lectivas, de modo que conduza com sucesso todo o processo de ensino – aprendizagem. No considerado programa porque no tem um carcter obrigatrio vinculativo e tambm porque a sua situao est mais centrada em indicaes do que em propriamente em proviso de resultados a obter.

PRESUPOSTOS DAS ORIENTAES CURRICULARES:

Desenvolvimento e aprendizagem so factores que no se separam;

Reconhecer a criana como sujeito do processo educativo, (partir sempre dos seus saberes, para acrescentar algo mais, outras aprendizagens);

A construo articulada do saber;

Pedagogia diferenciada, (tem a ver com o facto de cada sujeito ser nico e diferente).

( Cap. V e VI – didctica e educ. infantil)

RESUMO DOS OBJECTIVOS PEDAGGICOS DA LEI-QUADRO:

Promover o desenvolvimento pessoal e social da criana;

Fomentar a insero da criana em grupos sociais, respeitando uma pluralidade da culturas;

Contribuir para a igualdade de oportunidade e sucesso na aprendizagem;

Estimular o desenvolvimento global da criana, respeitando as suas caractersticas individuais;

Desenvolver a expresso e comunicao atravs de linguagens mltiplas;

Despertar a curiosidade e o pensamento crtico;

Proporcionar bem estar e a segurana;

Despistar inadaptaes, deficincias ou precocidades;

Incentivar a participao da famlia e colaborao da comunidade no processo educativo.

ORIENTAES CURRICULARES:

Introduo matemtica

Conhecimento do mundo

Expresses

Desenvolvimento pessoal e social

O MTODO CIENTFICO BASTANTE IMPORTANTE NAS ORIENTAES CURRICULARES:

Planificao:

- estruturar

- organizar

– orientar para fins, para determinados propsitos, tambm construir uma previso do processo a seguir.
Segundo Clarcke e Peterson:

Definem a planificao segundo um conjunto de processos psicolgicos segundo o qual a pessoa visualiza o futuro, faz um inventrio de fins e meios a construir um marco de referncia que guie as suas aces.

O que o Currculo?

Jun 10, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: As nossas leituras, Educao de Infncia

O que o currculo?

O currculo o projeto que determina os objetivos da educao escolar e prope um plano de ao adequado para a consecuo de ditos objetivos. Supe selecionar, de tudo aquilo que possvel ensinar, o que vai se ensinar num entorno educativo concreto. O currculo especifica o que, como e quando ensinar e o que como e quando avaliar.

O currculo que estabelecem as administraes pblicas aberto, flexvel e geral, de maneira que cada centro que adapta essas bases a seu entorno particular.

Para compreender o termo adaptaes curriculares necessrio ter umas breves noes dos aspectos bsicos do currculo.

Na Espanha, o governo central, quer dizer, o Ministrio de Educao, estabelece os ensinos mnimos que se deve ter em conta em todos os centros da Espanha. Em funo destes ensinos mnimos, cada uma das

Administraes Educativas competentes, quer dizer, os governos das diferentes Comunidades Autnomas, adaptam esses ensinos gerais, em funo de suas necessidades e de sua populao. Uma vez que as juntas de educao das diferentes comunidades estabelecem seus currculos, cada centro o que, em funo de suas caractersticas concretas, adapta esta normativa, estabelecendo o currculo de seu centro.

Continuando, o professor o que realiza seu currculo, para seu grupo concreto. Uma vez que o professor desenhou sua programao trimestre ou anual, e se encontra com alunos com necessidades educativas especiais em seu grupo, quando tem que fazer uma adaptao curricular para esse aluno concreto.

EQUILBRIO ENTRE A INICIATIVA E O TRABALHO DIRIGIDO PELA EDUCADORA

3) ASPECTOS EMOCIONAIS: a necessidade dos educadores privilegiarem esses aspectos, tudo influenciado por aspectos emocionais.

Segurana e bem est se a criana se sentir segura emocionalmente na escola, sente vontade de est ali. Assim, ela sente-se capaz de correr mais riscos – pergunta mais e sem vergonha. Ao contrrio, a insegurana emocional provoca medo e impede a evoluo. Devemos ento romper com os formalismos excessivos, dar flexibilidade nas estruturas de funcionamento e criar actividades de expresso emotiva.

4) LINGUAGEM ENRRIQUECIDA: A linguagem constri o pensamento. importante exercitar a linguagem, tanto na formao de um vocabulrio mais enriquecido e preciso como numa construo sintcticas mais complexas. importante criar oportunidades para a criana falar.

5) DIFERENCIAO DE ACTIVIDADES: Devemos promover, como educadores, todas as reas, de modo a que as crianas se estimulem e motivem.

6) NECESSIDADE DE ROTINAS ESTVEIS: Promove segurana, autonomia e responsabilidade.

7) MATERIAIS DIVERSIFICADOS E POLIVALENTES

8) ATENO INDIVIDUALIZADA A CADA CRIANA

9) AVALIAO = Processo individual de cada criana
Anlise global de todo o grupo, tendo em conta o projecto educativo da escola, o espao/materiais, actividades/experincias a efectuar e o desempenho do educador

10) TRABALHO DO EDUCADOR

A funo e objectivos da Educao

Jun 5, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: As nossas leituras, Educao de Infncia

Funo e objectivos da educao:

Cabe escola estabelecer o direito educao, direito individualidade, a criana vista como sujeito diferente e nico. O direito a uma educao cultura, direito a desenvolver-se a vrios nveis (nvel relacional, afectivo, social, intelectual, etc.), desenvolver a autonomia, com esprito crtico e livre, etc.

necessria uma interveno de ns educadores, em relao aos educandos de modo a colocar condies optimizadas em relao aos momentos de evoluo da criana. (Piaget).

A escola tem aspectos que influem nesse desenvolvimento

Possui recursos ;
Possui o currculo e possui uma concepo pedaggica.

Bolo de Infncia

Jun 1, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: As nossas leituras, Educao de Infncia, O nosso cantinho, Pais

Ingredientes:

  • litros de espontaniedade e doura.
  • muita vontade de brincar.
  • milhares de fantasias para imaginar.
  • sorrisos de ternura: sem medida.
  • 12 kg de curiosidade.
  • gotinhas de inocncia de baunilha: a gosto.

Preparao:

  • Aos ingredientes anteriores juntar os olhares de dois olhinhos cheios de diabruras e algumas lagriminhas.
  • Deixar repousar a mistura sobre mos pequeninas tanto quanto for preciso.
  • Decorar com 1 kg de peripcias s cores, doces comentrios e um monto de beijos gulosos.

Tempo de cozedura: varia segunda a maturao

Sugesto: no comer logo de seguida. Dar tempo para saborear.

Este miminho foi partilhado pela colega Liliana Serrano. Muito obrigada Liliana.

Pode ser usado no Dia Mundial da Criana.


Archives


Links


Meta

Advertising


Comentários Recentes