Educao de Infancia

Histrias Infantis


Chupa-chupas deliciosos

Jul 4, 2010 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Alimentao, Expresso plstica, Frias, Histrias Infantis, Receitas deliciosas

Com palhinhas e cartolinas coloridas em forma circular, colam-se as cartolinas nas palhinhas e decoram-se as cartolinas a gosto. O resultado so estes chupa-chupas muito lindos.

Histria Infantil dos Reis Magos

Dez 25, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Dia de Reis, Estimulao leitura e escrita, Histrias Infantis

Num pas distante viviam trs homens sbios que estudavam as estrelas e o cu. Um dia viram uma nova estrela muito mais brilhante que as restantes, e souberam que algo especial tinha acontecido.
Perceberam que nascera um novo rei e foram at ele.

Os trs reis magos, Gaspar, Melchior e Baltazar, levavam presentes, e seguiam a estrela que os guiava at que chegaram cidade de Jerusalm. A perguntaram pelo Rei dos Judeus, pois tinham visto a estrela no cu.
Quando o rei Herodes soube que estrangeiros procuravam a criana, ficou zangado e com medo. Os romanos tinham-no feito rei a ele, e agora diziam-lhe que outro rei, mais poderoso, tinha nascido?

Ento, Herodes reuniu-se com os trs reis magos e pediu-lhe para lhe dizerem quando encontrassem essa criana, para ele tambm a ir adorar.

Os reis magos concordaram e partiram, seguindo de novo a estrela, at que ela parou e eles souberam que o Rei estava ali.

Ao verem Jesus, ajoelharam e ofereceram-lhe o que tinham trazido: ouro, incenso e mirra. A seguir partiram.
noite, quando pararam para dormir, os trs reis magos tiveram um sonho. Apareceu-lhe um anjo que os avisou que o rei Herodes planeava matar Jesus.
De manh, carregaram os camelos e j no foram at Jerusalm: regressaram sua terra por outro caminho.

Jos tambm teve um sonho. Um anjo disse-lhe que Jesus corria perigo e que ele devia levar Maria e a criana para o Egipto, onde estariam em segurana. Jos acordou Maria, prepararam tudo e partiram ainda de noite.

Quando Herodes soube que fora enganado pelos reis magos, ficou furioso. Tinha medo que este novo rei lhe tomasse o trono. Ento, ordenou aos soldados para irem a Belm e matarem todos os meninos com menos de dois anos. Eles assim fizeram.

As pessoas no gostavam de Herodes, e ficaram a odi-lo ainda mais.

Maria e Jos chegaram bem ao Egipto, onde viveram sem problemas.Ento, tempos depois, Jos teve outro sonho: um anjo disse-lhe que Herodes morrera e que agora era altura de regressar com a famlia a Nazar sua casa.

Depois da longa viagem de regresso, eles chegaram enfim ao seu lar.

Na Primavera , ouvem-se cantar os passarinhos em todo o lado.
Pssaros Piu, piu, piu: casemos e teremos lindos filhinhos.
Nos, no ouvimos as flores, certamente porque no temos o ouvido bastante apurado.
Mas, elas querem casar para ter, no ovos como as aves, mas sementes de onde sairo as novas plantas.
Lcia Um casamento de flores deve ser bem bonito!
Sonha Lcia, que j v uma centurea azul desposando uma rosa e todo o cortejo dos amigos ricamente vestidos.
Ela v o cravo com a papoila, a campainha com a margarida, o miostis com o malmequer, o lils com a tulipa.
No entanto, as coisas no se passam bem assim; os noivados das flores so muito secretos. no interior da flor que eles se preparam e se realizam.
Somente as abelhas, as vespas e as moscas sabem do segredo. E as borboletas tambm!
Lcia Vamos l, peludo jovem zango, tu sabes como se casam as flores?
Zango Sim e sinto-me ainda surpreendido: esta manh, vinha eu valsando por cima do grande lrio que se ergue perto das roseiras encarnadas e ouo vozes que saem do meio das ptalas.
Flores Sim, sim, casemo-nos!
Dizem os estames e os pistilos.
O pistilo aquela espcie de garrafa bojuda que parece ter um longo gargalo e uma pequena rolha verde.
Os estames esto em volta do pistilo, debruados do alto do longo pecolo, olhando para ele.
Pistilo Tenho dentro do meu ventre pequenas bolinhas verde plido, semelhantes a pequenos ovos, que viro a ser sementes.
Estames Ns temos nos nossos pequenos sacos um p dourado, o plen.
com o plen que sujamos o nariz das crianas que vm cheirar os lrios!
Pistilo O vosso plen no serve para nada se vocs o guardarem nos vossos sacos.
Estames E as vossas pequenas sementes? Julgas tu que elas do plantas se ns no nos juntarmos?
Pistilo e estames preciso casarmo-nos! Mas como fazemos, se nos encontramos presos?
Vento Eu ajudo-vos.
E pe-se a balanar o grande lrio.
Estames Obrigado, ns abriremos os nossos pequenos sacos.
O p dourado, ento espalhou-se sobre a boca do pistilo que pegajosa e o plen cola-se e introduz-se suavemente pelo gargalo da pequena garrafa.
Cada partcula amarela toca uma semente.
Lcia Agora, estas ementes s tm que amadurecer. Elas tm dentro de si o grmen duma pequena planta.
Mas, diz-me peludo, e quando no h vento?
Zango Ah! Olha que ainda no acabei a minha histria. J vais ver: eu parto para outras flores…
Flores No h vento! Como vamos fazer para tocar os pistilos?
Moscas, vespas e abelhas Ns ajudaremos!
Zango Juntei-me a eles e cada insecto escolheu uma flor. Penetro dentro de uma campnula azul, esfrego-me contra o plen e encho com ele a minha ligeira penugem e ao sacudir-me no centro da flor, deposito o plen sobre o pistilo. Todos os insectos fazem a mesma coisa.
Depois, atordoados, moscas, moscardos e zangos vo de planta em planta, de jardim em jardim recolher o plen.
Se bem que so por vezes os estames duma flor longnqua que levam o seu plen a um pistilo afastado.
Isto faz combinaes maravilhosas e pode ser que plantas muito mais belas venham a nascer destes casamentos inesperados.
meio dia, o sol dilata o corao das rosas, dos lrios e das outras flores, o jardim enche-se de perfumes e de zumbidos.
Ouve, pequena Lcia, dir-se-ia que so as flores que murmuram e que trauteiam alegremente:
Flores Sim, casemo-nos!

Histria ” A casa da mosca fosca”

Set 25, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Estimulao leitura e escrita, Histrias Infantis

A casa da mosca fosca

Era uma vez a MOSCA FOSCA
Que vivia num bosque distante.
Farta de zunir, de dar voltas sem parar,
Decidiu fazer uma casa para morar.
Podia dormir na cama,
E ficar muito quentinha,
Podia receber amigos
E preparar doces na cozinha.
E a Mosca Fosca ps-se a trabalhar
Erguendo uma casa num lindo lugar.
Para o seu lar inaugurar sem demora,
Preparou um belo bolo de amora.
O seu aroma espalhou-se pelo bosque afora.
Arranjou SETE assentos,
E para a mesa, SETE pratos.
No cabia nem mais um.
Pouco tempo passado, bateu porta o ESCARAVELHO.
– Quem vive neste lugar?
Quem venho visitar?
– A Mosca Fosca.
Fao uma festa para inaugurar
Este que o meu novo lar.
E tu quem s?
– Sou o Escaravelho Carquelho,
Aquele que tem o nariz vermelho.
Que bom cheiro! Posso entrar?
– Claro que sim.
s o PRIMEIRO a chegar!
E muito contentes os DOIS decidiram merendar.
Mas quando iam comear, passou por ali o MORCEGO.
Viu a casa, cheirou-lhe a bolo e bateu porta.
– Quem vive neste lugar?
Quem venho visitar?
– A Mosca Fosca
E o Escaravelho Carquelho.
E tu quem s?
– Sou o Morcego Ralego,
O que gosta da noite
Para ter sossego.
Ai que fome, posso entrar?
– Claro que sim.
s o SEGUNDO a chegar!
E muito contentes os TRS decidiram merendar.
Mas antes da primeira dentada,
Passou ali o SAPO.
Cheirou-lhe a bolo e ficou com apetite.
– Quem vive neste lugar?
Quem venho visitar?
– A Mosca Fosca,
O Escaravelho Carquelho,
E o Morcego Ralego.
E tu quem s?
– Eu sou o Sapo Larapo,
Com laarote de trapo.
Que bem cheira! Posso entrar?
– Claro que sim.
s o TERCEIRO a chegar!
E muito contentes os QUATRO decidiram merendar.
Mas quando iam comear,
Passou pelo bosque a CORUJA.
Viu a casa, ouviu a festa e aproximou-se.
– Quem vive neste lugar?
Quem venho visitar?
– A Mosca Fosca,
O Escaravelho Carquelho,
O Morcego Ralego,
E o Sapo Larapo.
E tu quem s?
– Sou a Coruja Rabuja,
A que limpa e nunca suja.
Boa festa! Posso entrar?
– Claro que sim.
s a QUARTA a chegar!
E muito contentes os CINCO decidiram merendar.
Mas quando iam comear,
Passou por ali a RAPOSA.
Cheirou-lhe a bolo e animou-se a entrar.
– Quem vive neste lugar?
Quem venho visitar?
– A Mosca Fosca,
O Escaravelho Carquelho,
O Morcego Ralego,
O Sapo Larapo,
E a Coruja Rabuja.
E tu quem s?
– Sou a Raposa Tramosa,
Sou muito esperta e muito gulosa.
Que bolo apetitoso!
Posso entrar?
– Claro que sim.
s a QUINTA a chegar!
E muito contentes os SEIS decidiram merendar.
Mas quando iam provar o bolo,
Passou por ali o LOBO.
O cheiro fez-lhe crescer
gua na boca
E bateu porta.
– Quem vive neste lugar?
Quem venho visitar?
– A Mosca Fosca,
O Escaravelho Carquelho,
O Morcego Ralego,
O Sapo Larapo,
A Coruja Rabuja
E a Raposa Tramosa.
E tu quem s?
– Sou o Lobo Rebobo,
O mais narigudo
face do globo.
Que bolo to bem feito!
Posso entrar?
– Claro que sim.
s o SEXTO a chegar!
E muito contentes os SETE decidiram merendar.
Quando por fim iam provar o bolo,
Apareceu por ali o urso. Tinha estado toda a tarde
procura de amoras sem encontrar nenhuma.
Viu a casa, ouviu a festa e pensou:
Porque no me convidaram?
E bateu porta.
– Quem vive neste lugar?
Quem venho visitar?
– A Mosca Fosca,
O Escaravelho Carquelho,
O Morcego Ralego,
O Sapo Larapo,
A Coruja Rabuja,
A Raposa Tramosa
E o Lobo Rebobo.
E tu quem s?
EU SOU O URSO LAMBEIRO,
O MAIS GULOSO DO MUNDO INTEIRO.
E ESTE RICO BOLO DE AMORA
VOU COM-LO TODO AGORA!
E assim se acaba o conto Com uma dentada e pronto!

A primavera tinha chegado finalmente. A Natureza reencontrara as suas belas cores.
As flores abriam as ptalas para melhor se colorirem. Os animais cantavam e brincavam.
Estavam todos felizes. Todos, excepo de uma borboleta branca. S ela se lamentava. Estava desesperada. As suas grandes asas eram completamente brancas. Gostaria de ser uma borboleta multicolor. A Natureza tinha-lhe pregado uma partida.
Ento, chorando de tristeza, procurou incansavelmente um meio de se colorir, esfregando-se com o plen das flores ou rebolando-se na erva molhada.
Uma bela manh, banhou-se na lama. Uma r, que habitava perto, no acreditou no que os seus olhos viam: Ter prazer em se sujar deste modo, deveras repugnante!
Mas, ao secar, a lama quebrou-se e transformou-se em p que voou ao sabor do vento. As asas da nossa borboleta, de novo, imaculadas de brancura. Que decepo!A borboleta branca pensava que, se comesse cenouras, podia ficar cor-de-laranja. Por isso, foi visitar o seu amigo coelho. Infelizmente, no conseguia trincar to grande legume. Teve de renunciar ao seu projecto.Um dia esfregou-se num enorme morango. O sumo fez-lhe muitas manchas vermelhas nas asas. A borboleta branca ficou muito contente. Mas uma joaninha que descansava numa folha disse-lhe intrigada:
– Que te aconteceu? Feriste-te?
A joaninha tinha confundido o sumo vermelho do morango com sangue!
Muito humilhada, a borboleta branca lavou as asas numas gotas de orvalho.
Chegara o Vero. As borboletas resplandeciam ao sol como papagaios multicolores. Para elas, era uma festa. Mas no para a nossa borboleta branca. A sua vergonha era to grande que, amuada, pousava numa margarida para se esconder. Esta flor era a sua nica amiga. Tambm ela tinha, em vo, utilizado todos os meios para se colorir.
Um dia, aconteceu que Fabrice, um rapazinho, passou no campo com a sua rede de borboletas, para apanhar as mais bonitas de entre elas. A borboleta branca no se assustou, pensando que a sua brancura no cativava aquele pequeno caador. Contudo, Fabrice parou junto dela, admirado, e perguntou-lhe:
– Porque s toda branca? Que te aconteceu para perderes as tuas cores?
– Pobre de mim! Nunca as tive; os anjinhos-pintores devem ter-se esquecido de mim.
– Pobre borboleta! triste o que te aconteceu. Mas tenho uma ideia amanha voltarei para cuidar de ti.
Mal chegou a casa, Fabrice procurou a sua caixa de aguarelas:
– Amanh, vou pintar as asas daquela pobre borboleta branca.
Na manh do dia seguinte, partiu s pressas, com a caixa das aguarelas debaixo do brao, para ir ter com a sua amiga que o esperava pousada numa papoila:
– Trouxe as minhas tintas para pintar as tuas asas. Ficars a ser a mais bonita das borboletas.
Ento Fabrice escolheu as cores mais bonitas para pintar as asas da borboleta. No final, tremendo de alegria e de emoo, ela foi mirar-se num charco de gua. Virava-se, tornava-se a virar, dava voltas e mais voltas. No estava a sonhar, as suas asas j no eram brancas!
Todos os animais da vizinhana ficaram pasmados. No acreditavam no que viam: aquela borboleta era realmente extraordinria.
A borboleta branca estava feliz, causava a admirao de todos. A meio do Vero, os insectos organizaram um concurso de beleza. Pela primeira vez na sua vida, a nossa borboleta pode participar. Foi vivamente aplaudida e o jri admirou as suas cores raras, a tal ponto que lhe concebeu o pistilo de ouro. Era um sucesso!
– Numa bela tarde, uma menina, Aurlia, parou junto desta esquisita borboleta de asas diferentes:
– Tenho de a apanhar para a minha coleco!Correu atrs dela e no tardou a prende-la na sua rede. Mas, de repente, umas grandes nuvens negras deixaram cair uma chuva que apagou as belas cores da borboleta. Aurlia, espantada e desiludida, soltou-a.
Tremendo de medo, a borboleta esvoaou e, depois, rodopiou de alegria: a sua brancura e a chuva acabaram-lhe de lhe salvar a vida. Muito alegre, a borboleta branca foi ter com a margarida, que continuava triste por ser branca:
– No sabes a sorte que tens por seres branca. Se fosses colorida, h muito que te teriam colhida, minha amiga.
– Tens razo, no tinha pensado nisso admitiu a margarida, corando de prazer.
– E olha para a lua!… Tambm ela branca e muito feliz assim! A nossa borboleta branca e a margarida desataram a rir. O branco era to bonito!…

O Semforo

Mai 24, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Estimulao leitura e escrita, Histrias Infantis

PEA PARA FANTOCHES

Narrador

Z Gadelhas, com os olhos como abelhas, tinha vindo do campo para a cidade. Estava em casa do Joo Pimpo, com os olhos de carvo, que era seu compadre. Sempre que Z Gadelhas, com os olhos como abelhas, saa a passear encontrava coisas de espantar…
Ento vinha a correr para junto do Joo Pimpo, com os olhos de carvo, e punha-se a contar e a perguntar…

Z Gadelhas
Ah! Joo Pimpo, como bate o meu corao, eu devo ter febre Joo Pimpo, eu devo ter um febro! Ah! Joo Pimpo, se calhar sou eu que estou doido… Sabes l… Joo Pimpo, eu tive uma viso… vi assim uma coisa de espantar!…

Joo Pimpo
Z Gadelhas, com os olhos como abelhas, vamos l a acalmar e falar devagar. Conta l o que sucedeu, o que aconteceu… mas sem ser a gritar!

Z Gadelhas
Joo Pimpo, meu amigo e compadre, tu se calhar no vs o mesmo que eu porque tens os olhos cor de carvo. Eu vi uma rvore, magricela, sem ramos nem raminhos, nem ninhos e que no era nada, nada bela!

Joo Pimpo
Z gadelhas, com olhos de abelhasa, tu viste uma rvore magricela, sem ramos nem raminhos, sem ninhos e que no era nada bela. Onde est a admirao?

Z Gadelhas
Joo Pimpo, Joo Pimpo, com olhos cor de carvo, l na minha terra no h rvores assim, no. preciso vir a Primavera e depois, o Vero para o boto virar flor e a flor mostrar o corao que assim primeiro um fruto esverdeado e depois encarnado!

Joo Pimpo
Olha a novidade, Z Gadelhas! Isso toda a gente sabe…

Z Gadelhas
Ento Joo Pimpo, com os olhos de carvo, diz-me l como que a rvore magricela pe o fruto maduro sem ser Vero? Ah Joo Pimpo, eu devo estar com um febro… no h rvores assim no…
Olhei para a rvore e tinha um fruto como um balo, muito gorducho e muito verducho. Era mesmo um fruto esverdeado. Nisto, eu Z Gadelhas, com olhos como abelhas, ainda estava a olhar, vai o fruto mudou de lugar e ficou amarelado. Ento Joo Pimpo com olhos cor de carvo, o meu corao comeou a saltar! Eu Z Gadelhas, com olhos como abelhas, esfreguei os olhinhos para ver se era confuso, ou se estava com uma viso. E quando fui olhar, l estava a rvore magricela, sem ramos, nem raminhos, nem ninhos, nada bela, e vai disto o fruto como um balo mudou outra vez de lugar, e de amarelado ficou encarnado! Isto sem Vero…

Joo Pimpo
Ah Z Gadelhas, com os olhos como abelhas, isso no era uma rvore, no… era um semforo… Z Gadelhas

Z Gadelhas
Um qu, Joo Pimpo? Uma semana para deitar fora? Ah Joo Pimpo, com os olhos de carvo, afinal tambm andas a regular mel…

Joo Pimpo
Z Gadelhas, Z Gadelhas, com olhos como abelhas, eu disse que era um semforo e no uma semana para deitar fora. V l se lavas os ouvidos que os deves trazer entupidos e se prestas ateno, porque eu, Joo Pimpo, s tenho obrigao de dizer uma vez! Ouve ento:
Semforo um sinal luminoso, com trs luzes, com trs, a apagar e a acender. Se o verde acender est a avisar que o carro pode passar. Se for o amarelo a brilhar, est a dizer cuidado, vai aparecer o encarnado, e se for o encarnado, est a gritar o carro no pode avanar, tem de ficar parado!
Z Gadelhas, Z Gadelhas, ests a entender? Ests a perceber?

Z Gadelhas
h Joo Pimpo e o outro que tem l dentro um lagarto? Esse no um fruto, no?

Joo Pimpo
Ah, esse para o peo.

Z Gadelhas
Joo Pimpo, o peo cego, vai para onde algum o jogar, enrola-se a guita, atira-se e ele fica a rodar, a girar, a zumbir ou a dormir! O pio, Joo Pimpo, no tem olhos para ver a luz a acender…

Joo Pimpo
Z Gadelhas, Z Gadelhas, h o pio de brincar que se escreve p i a o, com um til l no ar, e h o peo, que a pessoa que anda a p, e que se escreve com !

Z Gadelhas
E o lagarto, que estava l no balo? Eu vi um lagarto! Juro que vi!

Joo Pimpo
Z Gadelhas, com olhos como abelhas, precisas de ir ao oculista porque andas mal da vista!
A bola que viste no tinha um lagarto, nem um lagartinho, mas sim um bonequinho, a levantar o p. Se obonequinho verde aparecer est a avisar Z Gadelhas, tu que s um peo, pois andas a p, podes avanar. Se o bonequinho estiver encarnado est a gritar Z Gadelhas, no podes atravessar! Se for um bonequinho amarelo, a tremer, a piscar, est a dizer Z Gadelhas preciso cuidado, olha bem para todo o lado…

Z Gadelhas
Ah Joo Pimpo, com olhos de carvo, obrigado pela lio. J comeo a entender… e a saber…

Joo Pimpo
Z Gadelhas, com olhos como abelhas, cada um de ns tem um saber diferente. Aqui na cidade sou eu que sei a novidade, sou eu que sei como as coisas so! Mas l no campo, muito tenho de aprender… Sers tu, Z Gadelhas, que me irs ensinar como semear! Sers tu com o teu saber diferente que me irs explicar como as coisas so… como que a semente chega ao po!

Z Gadelhas (abraando o Joo Pimpo)
Ah, Joo Pimpo, meu amigo, meu compadre, meu irmo!

Preveno Rodoviria

Uma histria para o Dia da Me

Abr 28, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Dia da Me, Histrias Infantis

Hoje deixo-vos uma histria infantil para o Dia da Me, intitulada ” A minha me”. uma histria divertida e amorosa para lerem s vossas crianas, pedindo depois para dizerem como a me para eles, anotem e juntem prenda que vo dar me, vo sair ideias lindas das cabeas dos mais pequeninos e as mes vo adorar.


Archives


Links


Meta

Advertising


Comentários Recentes