Educao de Infancia

O nosso cantinho


Organizar a sala para o prximo ano lectivo

Jun 10, 2010 Autora: Raquel Martins | Colocado em: O nosso cantinho

Muitos de ns j comea a pensar no prximo ano lectivo e j me pedem ajuda para tal.

Ento aqui vai uma ptima ideia.

Coloca-se a foto da criana ou o desenho dela, a inicial ou o nome, um saquinho para eventuais pedidos aos pais, e o cabide para pendurar os objectos da criana.

Como ser Estagirio? O que esperam os Educadores de um Estagirio?

Jul 17, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: O nosso cantinho

Em seguimento do que aconteceu no nosso frum e tal como prometi, aqui est a pergunta que cria alguma polmica. Todos j fomos estagirios, alguns ainda so.

Hoje quero ver debate, ouvir ambas as partes:

O que sente um estagirio? Tem suficiente “espao” para demonstrar o seu valor?

Ns limitamos o trabalho dos Estagirios ou incentivamos e auxiliamos?

Quais as vossas espectativas em relao ao Estgios? E aos Educadores?

E ns Educadores, quais as nossas espectativas face a um Estagirio?

Quais so os medos dos Estagirios? Quais as maiores dificuldades?

O Mtodo de trabalho ser diferente limita o trabalho do Estagirio? E o que fazem os Educadores nesses casos?

Ns Educadores, respeitamos os Estagirios?

Os Estagirios so sempre bem tratados, bem recebidos e integrados na turma?

Quais so os erros mais graves que viram um Educador fazer?

O que um Estagirio nunca pode fazer?

O tempo de Prtica Pedaggica excessivo, apropriado ou no d para nada?

Um Estagirio obrigado a ser cumplice de prticas completamente desapropriadas? O que fazem quando no concordam com essas prticas? Referem ou escondem?

Os Educadores aceitam as sugestes dadas pelos Estagirios?

importante referir que um Educador j foi um Estagirio mas que um Estagirio vai ser um Educador. No cometam os mesmos erros que no gostaram de ver.

Eu tenho a minha opinio, contudo, no a darei para no influenciar o vosso debate. Participem!!!

Esta questo mesmo muito importante, e muitas vezes banalizada. Devo agradecer ao colega Luigi que me sugeriu este debate.

Mesmo que no comentem este debate, usem-no como reflexo.

Frias Seguras!

Jul 14, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: O nosso cantinho

Segurana na gua:

prevenir os afogamentos o ponto fundamental para este vero.

Cuidado com a pele:

Evitar queimaduras solares com protectores, sombras e chapus.

Praticar actividades ao ar livre em segurana;

Capacetes, protectores para cotovelos e joelhos.

Alimentao saudvel;

Reforar a ingesto de gua.

Boas frias para todos, tenham umas frias seguras e divirtam-se muito!

Aproveitem as frias e visitem o nosso frum de Educao Infantil!

Estimular o Beb dos 0 ao 1 ms

Jun 19, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Berario, O nosso cantinho, Pais

Fale-lhe e d uma massagem ao beb enquanto o limpa;


Quando o beb estiver despido, permita-lhe mover livremente as pernas e os braos;

Coloque um dedo na mozinha do beb para que o aperte, e se o fizer, erga a mo para que faa fora;

Segure-lhe nos braos com suavidade e movimente-lhos para cima e para baixo;
Com o beb deitado de costas, agarre nas suas mozinhas e puxe at sent-lo;
Coloque o beb de barriga para baixo, e empurre com a mo um pezinho para a frente;
Enquanto o no alimenta, coloque o mamilo ou a chupeta na boca do beb para que aprenda a chuchar;
Aproveite o momento da alimentao para fazer-lhe carinhos: tocar-lhe nos bracinhos, nas mozinhas e nos dedinhos um por um, cantar-lhe, repetir-lhe sons;
Deite-o em posies diferentes;
Cuide do seu sono, mas procurando que se habitue a dormir com os rudos habituais, assim como a estar com outras pessoas;
Movimente a chupeta na sua boca para que exercite o movimento de chuchar;
Mostre-lhe um objeto de cores vivas e mova-o lentamente para que o siga com o olhar;
Coloque um mbile no bero;
Embale-o suavemente e pegue-o ao colo do lado esquerdo e do direito.

Bolo de Infncia

Jun 1, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: As nossas leituras, Educao de Infncia, O nosso cantinho, Pais

Ingredientes:

  • litros de espontaniedade e doura.
  • muita vontade de brincar.
  • milhares de fantasias para imaginar.
  • sorrisos de ternura: sem medida.
  • 12 kg de curiosidade.
  • gotinhas de inocncia de baunilha: a gosto.

Preparao:

  • Aos ingredientes anteriores juntar os olhares de dois olhinhos cheios de diabruras e algumas lagriminhas.
  • Deixar repousar a mistura sobre mos pequeninas tanto quanto for preciso.
  • Decorar com 1 kg de peripcias s cores, doces comentrios e um monto de beijos gulosos.

Tempo de cozedura: varia segunda a maturao

Sugesto: no comer logo de seguida. Dar tempo para saborear.

Este miminho foi partilhado pela colega Liliana Serrano. Muito obrigada Liliana.

Pode ser usado no Dia Mundial da Criana.

O que so Maus Tratos?

Mai 22, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: O nosso cantinho, Pais, Psicologia Infantil, Sade Infantil

Qualquer ser vivo necessita de condies mnimas para existir: as plantas necessitam de terra, de gua, de luz, de ar, de humidade; as diferentes espcies animais precisam de condies especficas para poderem sobreviver. Por exemplo, os peixes precisam de gua, os pinguins de gelo e os rpteis de muito sol. Contudo, a qualidade da existncia das espcies depende da qualidade dessas mesmas condies. Por exemplo, peixes que vivem em guas poludas podero no sobreviver.

Tambm o ser humano necessita de condies mnimas para a sua sobrevivncia. Pelo facto de o ser humano ser mais complexo, so mais complexas tambm as condies necessrias para o seu desenvolvimento normal. Precisa de condies mnimas ao nvel da sobrevivncia fsica, emocional e social.

Em todas as espcies, cabe aos mais velhos proporcionar condies de desenvolvimento aos mais novos (alimentos, segurana fsica), garantindo, assim, a sobrevivncia da espcie. Ora, os mais velhos desenvolvem um conjunto de tratos, de formas de tratar os mais novos, e espera-se que esses tratos favoream as condies essenciais ao seu desenvolvimento fsico, motor, intelectual, emocional e social.

O conceito de Maus-Tratos diz respeito, precisamente, a uma forma desajustada de tratar os indivduos. Todos os indivduos tm direito a ser bem tratados, da que seja um dever de todos dar bons-tratos s pessoas com quem se relacionam, assim como tambm estar atentos, para identificarem eventuais maus-tratos de que algumas pessoas possam ser vtimas.

O conceito de abuso diz respeito queles comportamentos, queles tratos que os adultos mantm com as crianas, mas que no so adequados, por serem abusivos em relao quilo a que a criana tem direito.

O conceito de abuso parte do princpio que os indivduos tm direitos e deveres e os pressupostos da psicologia social, nomeadamente dos mecanismos de presso e de influncia social.

As relaes sociais so pautadas por negociaes entre as pessoas, pelas influncias que umas exercem sobre as outras, por actos e comportamentos em que, muitas vezes, as pessoas usam o seu poder (poder econmico, hierrquico, fsico, etc.)

Para regular as relaes entre as pessoas, as sociedades estabelecem regras e limites para a actuao de um indivduo sobre os outros. Por outras palavras, a sociedade atribui a cada indivduo determinados direitos que devem ser respeitados pelos outros indivduos. A noo de abuso corresponde, precisamente, a actos/comportamentos prejudiciais a outrem que determinado indivduo comete na relao como o outro, ao modo como o primeiro indivduo faz uso dos seus direitos e poderes, resultando no desrespeito pelos direitos do outro indivduo.

Assim, tratar bem um indivduo implica respeitar os seus direitos, isto , no abusar dos seus direitos. Abusar dos direitos de um indivduo consiste em NO o tratar bem, ou seja, trat-lo mal, logo, praticar um mau-trato.

Os maus-tratos, ou seja, as variaes de formas em que se pode no tratar bem um indivduo dito de outro modo, em que se pode tratar mal um indivduo -, incluem os abusos aos direitos desses mesmos indivduos.

Todas as crianas tm o direito de serem cuidadas e de lhes serem proporcionadas as condies mnimas para o seu desenvolvimento. Quando o adulto no garante a cada criana a satisfao das suas necessidades bsicas, no est a fazer aquilo a que a criana tem direito.

Todos os indivduos precisam que lhes sejam satisfeitas algumas necessidades. Da que os cuidadores devam garantir (ao proporcionarem essas condies) a sua satisfao. Os bons-tratos significam que o adulto faz e proporciona condies para a satisfao das suas necessidades. Quando no o faz, no est a trat-la bem, ou seja, estamos em presena de maus-tratos.

Neste caso, os maus tratos assumem a forma de negligncia (deixar de satisfazer as necessidades da criana).

Por negligncia entendem-se actos de omisso por parte dos adultos responsveis pela criana em satisfazer as necessidades bsicas desta, podendo causar-lhe sofrimento ou no favorecer que ela concretize e desenvolva o seu potencial.


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