EQUILBRIO ENTRE A INICIATIVA E O TRABALHO DIRIGIDO PELA EDUCADORA

3) ASPECTOS EMOCIONAIS: a necessidade dos educadores privilegiarem esses aspectos, tudo influenciado por aspectos emocionais.

Segurana e bem est se a criana se sentir segura emocionalmente na escola, sente vontade de est ali. Assim, ela sente-se capaz de correr mais riscos – pergunta mais e sem vergonha. Ao contrrio, a insegurana emocional provoca medo e impede a evoluo. Devemos ento romper com os formalismos excessivos, dar flexibilidade nas estruturas de funcionamento e criar actividades de expresso emotiva.

4) LINGUAGEM ENRRIQUECIDA: A linguagem constri o pensamento. importante exercitar a linguagem, tanto na formao de um vocabulrio mais enriquecido e preciso como numa construo sintcticas mais complexas. importante criar oportunidades para a criana falar.

5) DIFERENCIAO DE ACTIVIDADES: Devemos promover, como educadores, todas as reas, de modo a que as crianas se estimulem e motivem.

6) NECESSIDADE DE ROTINAS ESTVEIS: Promove segurana, autonomia e responsabilidade.

7) MATERIAIS DIVERSIFICADOS E POLIVALENTES

8) ATENO INDIVIDUALIZADA A CADA CRIANA

9) AVALIAO = Processo individual de cada criana
Anlise global de todo o grupo, tendo em conta o projecto educativo da escola, o espao/materiais, actividades/experincias a efectuar e o desempenho do educador

10) TRABALHO DO EDUCADOR