Saúde Infantil


A Papeira na Infância

Dez 15, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Saúde Infantil

Parotidite Epidérmica é causada por um vírus (paramixovirus) que provoca uma inflamação das glândulas salivares de um ou ambos os lados; pode atingir os adultos quando não são vacinados e que não tiveram anteriormente a doença; é perigoso nos indivíduos do sexo masculino porque correm o risco de ficar estéreis.

Transmissão: Através do contacto com indivíduos infectados, da saliva; Incubação – 2 a 3 semanas.
Sintomas e Diagnóstico: Febre; dores de cabeça; 3º dia surge uma inflamação das glândulas salivares – inchaço e dor; o inchaço diminui entre uma semana a 10 dias.

Prevenção e Tratamento: Repouso; ingestão de líquidos; analgésicos ou anti-inflamatórios (dor e edema) – Vacinação: VASPR – incluída no Programa Nacional de Vacinação.

O que é o Sarampo?

Dez 10, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Saúde Infantil

É causada por um vírus; cura-se ao fim de alguns dias sem tratamento específico; transmite-se por via respiratória; o período de incubação é de 8 a 10 dias.

Sintomas e Diagnóstico: Evolui em duas fases distintas: 1ª Fase: Febre; congestão e corrimento nasal; conjuntivite; fotofobia; tosse seca / rouquidão; manchas de koplic; 2ª Fase: Erupção constituída por manchas e pápulas; progridem durante 3 dias; não atingem as palmas das mãos nem as plantas dos pés; o enxatema desaparece pela mesma ordem que apareceu.

Prevenção e Tratamento: Não tem tratamento específico; a criança deve ser mantida em repouso – Vacinação: VASPR que faz parte do Programa Nacional de Vacinação.

A Amigdalite

Dez 3, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Saúde Infantil

Sintomas :Pode ocorrer numa constipação; Secreções transparentes no nariz; Tosse e rouquidão; Dores de garganta; Pequenos gânglios no pescoço; Amígdalas inchadas e vermelhas; Mau hálito; Febre.

Prevenção/Tratamento
-Aliviar a febre e a dor.
-Dieta leve e líquidos abundantes.

A Rubéola nas Crianças

Dez 1, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Saúde Infantil

É geralmente uma doença de evolução benigna, quando afecta as crianças; as consequências mais graves relacionam-se com o aparecimento da doença na mulher grávida.

Transmissão: Saliva; urina; sangue; secreções do nariz / garganta; Incubação – 14 a 21 dias.

Sintomas e Diagnóstico: Febre; corrimento nasal; tosse; irritação nos olhos; inchaço dos gânglios linfáticos; erupção na pele (de cor rosada; o enxatema surge inicialmente na cabeça e atinge o corpo todo ao fim do 1º dia; não causa comichão; não atinge a palma das mãos e planta dos pés.

Prevenção e Tratamento: É uma doença que evolui espontaneamente para a cura – Vacinação: VASPR – incluída no Programa Nacional de Vacinação. Para prevenir consequências graves para o desenvolvimento do bebé, todas as mulheres devem de estar vacinadas antes do inicio da vida sexual.

A Criança com Otite

Nov 27, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Saúde Infantil

Sintomas:

Dor nos ouvidos; Comichão no canal auditivo; Sensação de «ouvido cheio de água»; Falta de audição.
(Pode existir: febre, irritabilidade, choro frequente, perda de apetite, vómitos ou diarreia.)

Prevenção/ Tratamento:

-Utilizar tampões auriculares quando molha a cabeça.
-O ouvido deve ser bem seco após o contacto com a água.
-Aplicação de gotas no ouvido.

Crianças com Asma

Nov 26, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Saúde Infantil

Sintomas:

Dificuldade respiratória; Pieira e a sensação de falta de ar; Aperto torácico; Tosse seca.

Prevenção/Tratamentos:

-Hidratar a criança em abundância.
-Evitar a ingestão de aspirinas.
-Tomar os medicamentos disponíveis.

A Paralisia Cerebral – Cuidados a ter

Nov 22, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Saúde Infantil

Ao lidar com uma criança com paralisia cerebral, existe á sua volta uma variedade de problemas tais como:

• Não segurar a cabeça
• Não se manter sentada
• Não andar
• Mover-se de uma maneira descontrolada ou insegura

Deve-se ter em atenção ao modo como se lida com crianças que possuem estas características, não tendo estes cuidados, as crianças tornam-se mais descontroladas.

Como transportar a criança

Criança Espástica

• Se tem dificuldade em abrir as pernas, ao pegar-lhe ao colo deve ser colocada sobre as ancas de pernas abertas

Criança Atetósica

• Se tem movimentos descontrolados, ao pegar-lhe ao colo, os braços da criança tem que estar voltados para a frente segurando-lhe as mãos contra os joelhos unidos

Objectos Adequados

• Banco triangular. Com as costas bem apoiadas e as pernas abertas, a criança pode brincar numa posição correcta.
• Cadeira de madeira com tabuleiro
• Cunha de espuma que permite à criança brincar de barriga para baixo.

Como deslocar-se

Na criança com paralisia cerebral o seu corpo ao andar tem tendência a inclinar-se para a frente, o que torna difícil a sua deslocação.

• Prancha de madeira com rodas vai permitir que a criança que tem as pernas mais afectadas que os braços se desloque

Vestuário

O vestuário deve ser adaptado:
• Largo
• De abotoar à frente
• Evitar ou substituir os botões por fecho eclair, velcro e mola

Higiene

• Estas crianças necessitam de um bacio fixo e um varão para se puderem segurar.
• Para estimular a lavagem das mãos, a criança deverá brincar com a areia imitando os movimentos para a higiene das mãos.

Grafismos

Na escrita, no desenho ou noutra actividade a criança tem tendência a tomar posições incorrectas. Estas devem ser corrigidas do seguinte modo:

• Costas direitas
• Braços em cima da mesa

Alimentação

Sempre que seja possível a criança deve comer sentada na sua cadeira.
Ao dar de comer, temos de ter em atenção á colher, esta deve ser pouco funda, arredondada e não muito grande.

Linguagem

A linguagem é uma forma de integração social. Muitas crianças com Paralisia Cerebral têm perturbações na fala.

Que fazer para desenvolver a linguagem?

• Enquanto bebé estimule e participe nos seus jogos vocais
• Proporcionar um ambiente estimulante, falando mesmo que ele não responda
• Falar de tudo o que rodeia. Assim contribui para o aumento do seu vocabulário.
• Não falar em linguagem infantil
• Dar oportunidade de a criança exprimir os seus desejos como pode. Não superprotege-las
• Tentar que se exprima por sons ou palavras e não por gestos
• Dirigir uma conversa voltado para a criança assim esta pode observar os olhos e os gestos da boca.

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