Educao de Infancia

Março, 2009


Hoje vou ler o Elmer para as minhas estrelinhas e fiz um fantoche de Elefante cheio de corzinhas para dinamizar a histria, aqui esto os moldes para partilha caso queiram fazer um.

O processo de planear – fazer – rever

Mar 9, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: As nossas leituras, Metodologias

O processo de planear – fazer – rever trata-se de um bloco de tempo divido em trs fases, que visto como a pea central da aprendizagem pela aco da High/Scope e, como o segmento mais longo do dia da rotina diria da High/Scope.

Est criado de forma a fortalecer os interesses naturais das crianas, a sua capacidade de autonomia e as suas competncias de resoluo de problemas.

No contexto educativo High/Scope as crianas planeiam todos os dias o que pretendem fazer, juntamente com o adulto.

Processo de Planeamento:
As crianas expem um problema ou objectivo, com base nos seus prprios interesses.
Projectam, imaginam qualquer coisa que ainda no aconteceu, comeando a aperceber-se de que algumas das suas prprias aces podem fazer com que essa coisa acontea
Planear estimula as crianas a estruturarem as suas ideias, escolhas e decises.
Ajuda s crianas a associar detalhes s imagens mentais que esto a formar sobre aquilo que esto prestes a realizar
Fomenta a autoconfiana, bem como, o sentido de controlo das crianas

Como podem os adultos apoiar a aco de planeamento das crianas:

O tempo de planeamento um tempo breve que pressupes trocas agradveis entre o adulto e cada criana. Os adultos devem conduzir o planeamento atravs de estratgias que envolvam as crianas e as encorajem a fazer os seus planos de forma completa .

Para apoiarem o planeamento das crianas os adultos podem utilizar cinco estratgias:

Os adultos examinam as suas crenas acerca do planeamento e dos seus estilos de interaco pessoal.
Para o apoio ser eficaz, os adultos devem estar conscientes das suas atitudes em todo este processo que o planear.

Os adultos planeiam com as crianas num ambiente de -vontade e proximidade.
Planeie num local em que possam ocorrer conversas pessoais, prximas e intimas.
Planeie em locais onde as pessoas e os materiais estejam visveis.
Planeie num par ou grupo estvel.
Os adultos do materiais e experincias para manter o interesse das crianas durante o perodo dedicado ao planeamento.
Providencie jogos e experincias especiais.
As crianas tomam em mos o controlo.
Os adultos conversam com cada criana individualmente acerca dos seus planos.
Os adultos estimulam e desencadeiam os planos das crianas colocando-lhes perguntas iniciadas com O que.
Os adultos conversam com as crianas sobre as preocupaes que podem estar a impedir o planeamento.
Os adultos estimulam o surgimento dos planos das crianas atravs da histria conversada.
Os adultos ouvem com ateno as respostas das crianas.
Os adultos conversam num formato de falar vez com as crianas que planeiam de forma vaga e no verbal.
Comear por colocar uma pergunta aberta; interpretar gestos e aces; narrar aquilo que v e comentar sobre aquilo que a criana diz; oferecer alternativas quando a criana no responde.
Os adultos conversam com as crianas que ao fazerem os seus planos utilizam formas metdicas ou elaboradas.
Conversar sobre espao e materiais; falar de detalhes; falar de sequencia; lembrar as crianas do trabalho feito anteriormente e de alguma forma relacionado.
Os adultos encorajam as crianas a planear juntas.
Os adultos valorizam os planos das crianas.
Encorajar as ideias das crianas em vez de as elogiar; tomar nota dos planos das crianas.
Os adultos estabelecem relao entre os planos e as aces das crianas.
Os adultos antecipam mudanas no planeamento das crianas ao longo do tempo.
Comeando o processo de planeamento; planear aps dois meses de experincia; planear aps cinco ou seis meses de experincia; o planeamento uma aco de cooperao entre a criana e o adulto; o planeamento apenas um comeo.

Tempo de Trabalho:
O tempo de trabalho sucede-se ao tempo de planeamento e precede o tempo de reviso, integrando-se, por isso, no ciclo planear fazer rever.

Neste momento da Rotina as crianas realizam os seus planos e intenes; brincam (sozinhas, ou em grupo); resolvem problemas (quando as suas intenes no acontecem como planearam) e envolvem-se em experincias-chave.

Correspondendo ao tempo de fazer, este momento permite ainda que as crianas usufruam de espao para fazerem escolhas, seleccionar os materiais e alterarem os seus planos, se descobrirem novos interesses.
Apesar de intencional, o tempo de trabalho tambm ldico, destinado brincadeira (embora uma brincadeira com uma direco consciente o plano).

As crianas durante o tempo de trabalho realizam diversos tipos de brincadeiras: brincadeira exploratria; construtiva; faz-de-conta e jogos.
Este elemento da rotina procura fomentar a necessidade de explorao e experimentao da criana, possibilitando que esta invente/crie e faa de conta, que brinque e que construa o seu prprio conhecimento do mundo.

O tempo de trabalho um momento ptimo para as crianas conversarem umas com as outras e tambm com os adultos.

Como os adultos apoiam as crianas no Tempo de Trabalho:
Os adultos, no tempo de fazer, devem observar as crianas, apoiar e envolver-se nas suas brincadeiras. S assim tm a possibilidade de detectar os desejos, necessidades e interesses que as crianas transmitem. No tempo de trabalho o adulto interage com as crianas no sentido de apoiar e encorajar o seu desenvolvimento.

Estratgias:

Os adultos proporcionam locais para as crianas trabalharem, atravs da organizao de reas de interesse, com um espao e localizao adequadas, apetrechadas de materiais diversificados e atraentes para as crianas;

Os adultos observam o estado dos planos das crianas e as situaes de brincadeira, para entenderem se a criana est a necessitar de apoio;

Observa o tipo de interaces que a criana realiza (se brinca muito sozinha ou em grupo); o tipo de brincadeiras e tenta aperceber-se de situaes em que a criana se envolve em alguma experincia-chave;
Deve observar as crianas na perspectiva das mesmas. Isto , interagindo ao seu nvel fsico, de forma a estar mais disponvel;

O educador proporciona contacto fsico securizante e reconhece os esforos das crianas;

Participa nas brincadeiras das crianas, como indicao de que valoriza e apoia as sua aces, mas procura aberturas naturais, colocando-se ao seu nvel fsico;

Brinca em paralelo com as crianas e quando participa activamente nas brincadeiras, tenta adoptar um papel de seguidor, companheiro e no condutor/instrutor, aceitando, por isso, todas as regras e opinies das crianas, recebendo as suas ordens.
Envia umas crianas s outras de forma a apoiar e expandir as brincadeiras; o prprio educador pode ser impulsionador nesse sentido, quando sugere novas ideias em situaes ldicas.

Em episdios ldicos, fundamentalmente, os de faz de conta, o educador deve: dar ideias que se encontrem dentro do tema; dirigir-se criana tendo em conta o papel que esta desempenha; aceitar a reaco da criana face sua sugesto.
Os adultos conversam com as crianas sobre o que esto a fazer, ouvindo com pacincia e entusiasmo o que elas querem dizer, sem deter o controlo da conversa. Para isso, deve fazer breves comentrios e ter em ateno as questes que coloca, que podem anular a conversa.

Os adultos devem colocar questes tendo em conta os seguintes aspectos: economia (com moderao); estar relacionada com o que a criana est a fazer.

O adultos encorajam as crianas a resolver problemas.

Ao longo do dia, as crianas mais novas vo-se deparando com problemas de carcter fsico e conflitos fsicos. Os adultos que acreditam na filosofia High/Scope procuram incentivar as crianas, no sentido de encontrar respostas para os seus prprios problemas, em vez de recorrerem sua ajuda ou de desistir devido frustrao.
Procure crianas envolvidas em situaes problemticas. possvel que surjam problemas em qualquer tipo de brincadeira das crianas. Por isso, essencial que o adulto esteja atento realidade que o circunda, de modo a auxiliar as crianas que necessitem de ajuda.

Permita s crianas lidar com problemas e com perspectivas conflituosas. As crianas so capazes, por natureza, de formular e resolver problemas sozinhas. Assim, o adulto no pode cair na tentao de intervir, precocemente, nas tentativas de resoluo dos problemas.
Os adultos examinam as suas prprias interaces com as crianas enquanto interagem.

Os adultos registam todas as observaes que fazem das crianas.

Os adultos fazem chegar ao fim o tempo de trabalho. O momento da arrumao dos brinquedos e dos materiais constitui uma fase de transio entre o tempo de trabalho e o tempo de reviso. Regra geral, os adultos avisam com alguns minutos antecedncia que o tempo de trabalho est a chegar ao fim.
O tempo de limpeza , contrariamente ao que se pensa, um tempo rico no que diz respeito a experincias reais e resoluo de problemas.

Com trmino do tempo de trabalho, as crianas vo-se deparando com vrios problemas, que no sabem muito bem como lidar. Por exemplo: no sabem como continuar uma brincadeira que ainda no chegou ao final. O final do tempo de trabalho constitui uma excelente oportunidade para as crianas tentarem descobrir por elas mesmas, ou com o apoio do adulto, a soluo para estes problemas.


Tempo de Reviso:

O tempo de reviso encerra em si aspectos e processos essenciais como a reflexo, o dilogo, a memria, a associao (de planos e resultados) e a demonstrao do trabalho que as crianas realizam durante o tempo de trabalho. O processo de reviso pretende dar sentido s aces que as crianas levam a cabo.
Relembrar e reflectir sobre aces e experincias: O processo de reviso no deve ser meramente perspectivado como uma lembrana directa daquilo que a criana vivenciou, mas tambm um processo dinmico de construo de histrias, onde as crianas fazem uma seleco e abordam as partes das experincias que lhes so mais significativas e, na sua opinio, tm interesse falar.

Associar planos, aces e resultados: No tempo de reviso, as crianas recordam as experincias que viveram no tempo de trabalho. A pouco e pouco passam a interligar o que fizeram com os planos que delimitaram antes de trabalharem.

Formar imagens mentais e depois falar sobre elas: As crianas do pr-escolar so capazes de formar imagens e smbolos mentais. Este facto permite-lhes usarem, tanto a linguagem como o movimento, para recordar, imaginar, falar sobre e descrever as pessoas e os objectos, de modo que os outros a possam compreender.

Expandir a conscincia para alm do presente.

O QUE FAZEM AS CRIANAS DURANTE A REVISO E REFLEXO?

Cada criana nica e como tal tem uma diferente forma de relembrar e rever. Os adultos devem conhecer ao mximo as caractersticas individuais das suas crianas para entenderem e saberem o que podem esperar das conversas de reviso e reflexo.

As crianas vo desenvolvendo as suas capacidades de recontar acontecimentos passados.
As crianas escolhem as experincias que querem recordar. O recordar uma experincia selectiva. Aquilo que marcante/significativo para o adulto durante o tempo de trabalho pode ser ou no aquilo que importante para a criana.
As crianas constroem a sua compreenso pessoal daquilo que acabaram de fazer. medida que a criana adquire maior compreenso da experincia, vai ganhando mais capacidade para construir memrias mais prximas da realidade.

As crianas relembram as experincias de inmeras formas. Geralmente, o processo de reviso passa pela verbalizao. Contudo, as crianas mais pequenas usam tambm movimento, gestos, teatralizaes, desenhos e relatos escritos para descrever as experincias que vivenciaram no tempo de trabalho
Os adultos examinam as suas crenas sobre a forma como as crianas aprendem no tempo de reviso e reflexo.

Os adultos e as crianas pem em prtica a reviso num ambiente calmo e acolhedor. As experincias do tempo de reviso tornam-se mais eficazes quando se realizam em espaos sossegados e acolhedores e em pequenos grupos sob a orientao de um adulto que partilha a liderana com as crianas.
Reveja com aqueles que partilharam as experincias que as crianas esto a relatar.

Os adultos do s crianas materiais e proporcionam experincias para as manter interessadas durante o tempo de reviso. Quando o educador faz a reviso com um grupo com mais de trs ou quatro elementos pertinente que ele proporcione s mesmas materiais que estas possam utilizar, enquanto os colegas esto a relatar as suas memrias ou proporcionar jogos que aumentem a ateno e interesse das crianas durante o processo de reviso.
Os adultos conversam sobre as suas experincias durante o tempo de trabalho. Aps ter fornecido materiais e jogos ao seu grupo de reviso, o adulto deve focar a sua ateno na narrao individual de cada criana sobre aquilo que fez e na reflexo sobre alguns aspectos que as crianas j fizeram.
Os adultos tm uma abordagem sem pressas do perodo de reviso;

Os adultos convidam as crianas a falar daquilo que fizeram;

Os adultos observam e ouvem atentamente as crianas;

Os adultos contribuem com observaes e comentrios para manterem vivas as narrativas de reviso das crianas;

Os adultos apenas utilizam as questes de forma comedida;

Os adultos apoiam as co-narrativas das crianas, bem como os pontos de vista conflituosos que apresentam;

Os adultos reconhecem (em vez de elogiarem) as experincias do tempo de trabalho vividas pelas crianas;

Os adultos identificam as conexes entre os planos e as narrativas de reviso das crianas;
Os adultos antecipam mudanas na forma como as crianas realizam a reviso ao longo do tempo.

graas ao incentivo da experincia diria que a capacidade de recordar se torna cada vez maior e mais pormenorizada; que as crianas relatam histrias mais longas; participam na narrativa de outros colegas; estas se tornam mais conscientes no estabelecimento ligao entre o seu trabalho e o que os outros realizaram; tentam antecipar como que as actividades que realizaram naquele dia se podero estender ao dia seguinte.

Este site no apoia nem critica nenhum Modelo ou Tcnica de Ensino.

(uma partilha da colega Juana)

Presentes para o Dia do Pai

Mar 8, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Dia do Pai, Expresso plstica

No sabe o que fazer para o Dia do Pai, ns ajudamos!

Ns damos sugestes no s para Jardim de Infncia como para Creche.

Temos postais, puzzles, molduras, aventais e muito mais!

Um bom pai meree tudo!

Feliz Dia do Pai.

Uma partilha da colega Lgia Mendona.

Usem a vossa imaginao, oiam os vossos alunos, apresentem vrias sugestes para que eles possam escolher, sem os obrigarem a dar algo que no lhes agrada.

Chegou-me uma pergunta de uma colega do Minho, que pediu para questionar todos os colegas que nos visitavam sobre algo de importante no Dia do Pai. Aqui vai Mariana.

E se tivermos na sala, uma criana que no tem pai? Faz prenda? No faz? Caso no queira fazer como explicar turma que essa criana no faz prenda?

No vou dar a minha opinio para no influenciar futuras respostas.

Deixo-vos esta questo para reflectirem no fim de semana.

O Dia do Pai

Mar 7, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Dia do Pai, Expresso plstica

Aqui ficam algumas ideias para o Dia do Pai, apenas algumas. As minhas crianas vo pintar uma gravata para dar ao pai, j que o ano passado deram uma caneca pintada e foi um xito.

E as vossas crianas o que vo fazer para o Dia do Pai?

Viajar em Segurana

Mar 6, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Educao de Infncia

Meninos, ponham o cinto de segurana!
Vo sossegadinhos nos vossos lugares, no se zanguem uns com os outros!
No faam muito barulho para eu no me distrair!
A me conta uma histria para vocs!
E l vo todos a caminho da feira, muito bem dispostos, sempre assim todas as semanas.
Porm, naquela segunda feira, aconteceu uma coisa diferente e que podia ter estragado a viagem. Foi assim:
A famlia do Joo partiu para a feira como era costume.
A certa altura, o pai do Joo v o tio Manel, que era um senhor velhote que vivia perto deles, a caminhar na berma da estrada, parou a camioneta e perguntou ao velhote se queria boleia.
O tio Manel que tambm ia para a feira, ficou muito contente, j lhe doam as pernas e a feira ainda era muito longe.
Mas o tio Manel no era l muito cuidadoso e esqueceu-se de pr o cinto de segurana.
O pai do Joo que ia a guiar no reparou e a famlia do Joo que ia entretida com a histria que a me contava, tambm no reparou.
E l continuaram a viagem com o tio Manel sem cinto de segurana e, ainda por cima, cansado de andar a p e j um pouco velhote depressa adormeceu.
Tudo teria corrido bem, se no fosse uma galinha ruiva, que resolveu atravessar a estrada na altura na altura em que a camioneta da famlia do Joo ia a passar.
O pai do Joo, sempre atento, teve de travar com fora para no atropelar a galinha.
Todos sentiram a travagem, mas iam com o cinto de segurana, nada aconteceu.
O pobre do tio Manel que no saiu muito bem.
Como ia a dormir sem o cinto de segurana, bateu com a cabea com toda a fora no banco da frente e fez um grande galo mesmo no meio da testa!
O tio Manel que ficou bem envergonhado com a falta de cuidado, com uma valente dor de cabea e um galo que ia cantar meia noite!!.
Quando chegaram feira, o tio Manel prometeu que nunca mais iria viajar sem o cinto de segurana, pois era muito perigoso e para o provar bastava ver o grande galo vermelho mesmo no meio da testa.

Jardim de Infncia de Pouca Pena

Soure – Coimbra

Ao explorar esta histria com as crianas, o Educador de Infncia est a contribuir para o desenvolvimento dos seguintes subtemas de Educao Rodoviria para a Educao Pr-Escolar:

Transporte de crianas nos veculos em cadeiras de segurana
Comportamentos adequados e inadequados dos utentes
Associao da necessidade de regras de trnsito com a sua prpria segurana

Maro

Hoje quem me acordou

foi um lindo sol,

solzinho de Maro

a anunciar calor.

Sementes que crescem

com forma de flor,

vestindo de gala,

de brilho e de cor.

E voando pelo cu, muito enamorados,

chegam passarinhos

com belos trinados.

Borboletas alegres

exibem as suas asas,

e os bichinhos da terra

saem das suas casas.

H dias na Primavera

em que chove um bocadinho.

E h outros em que o sol brilha,

iluminando o caminho.

Esta Poesia, foi partilhada pela colega Ana Vicente, muito obrigada Ana.

PASSAGEIROS SEGUROS QUE BONITOS SO!

Vai no carro o Manuel
Com os seus pais viajar,
Num passeio bem planeado
praia vai passear.
Mas no vai bem sentado,
E o cinto no vai apertado.
Que menino mal comportado,
Cabea de fora, despenteado.
- Cuidado…cuidado…
- Grita bem alto o Manuel.
O pai trava assustado
Com o susto pregado…
V um lagarto pintado,
Um bocado apressado
E um caracol descansado, na estrada a passar.
O Manuel atordoado, da cambalhota que deu,
Ouve dizer com razo
E num grande vozeiro:
- Ateno, meus senhores…Ateno… ( um polcia amigo)
- No carro sem cinto, isso que no!
- Viram a confuso?
- Uma travagem…uma paragem…porque no?
- E tu menino…bateste com o nariz no cho
- E na mo tens um arranho.
- Vejam se aprendem a lio…
- Sem cinto isso que no!
Este polcia amigo, ao mesmo tempo brincalho,
Chamou mesmo ateno.
Passageiros seguros…
que bonitos so!
L vo eles passear
Pela praia e pelo campo,
Cadeirinhas medida
Bem sentados comportados
E os cintos apertados
E sem mais complicao
Acabou-se a confuso!

Boa viagem!

Ao explorar esta histria com as crianas, o Educador de Infncia est a contribuir para o desenvolvimento dos seguintes subtemas de Educao Rodoviria para a Educao Pr-Escolar:

transporte de crianas nos veculos em cadeiras de segurana
Comportamentos adequados e inadequados dos utentes


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