Educao de Infancia

Maio, 2009


O Dia da Famlia tambm nosso

Mai 17, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Educao de Infncia

Tenho uma familia

Que gosta de mim

Que me d carinho e amor sem fim.

Somos muito unidos

E muito amiguinhos

Estamos sempre prontos a ajudar

E dar beijinhos

Um poema que pode ser usado como msica.

Bullying na Educao de Infncia

Mai 16, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Psicologia Infantil, Sade Infantil

Os estudos, investigaes ou dissertaes no campo da agressividade no contexto escolar tomam predominantemente como objectivo de anlise o bullying.

Bullying um termo de origem inglesa utilizado para descrever actos de violncia fsica ou psicolgica, intencionais e repetidos, praticados por um indivduo (bully) ou grupo de indivduos com o objectivo de intimidar ou agredir outro indivduo (ou grupo de indivduos) incapaz de se defender.

Estudiosos aceitam geralmente que o bullying contm trs elementos essenciais:
– O comportamento agressivo e negativo;
– O comportamento executado repetidamente;
– O comportamento ocorre num relacionamento onde h um desequilbrio de poder entre as partes envolvidas.

As investigaes realizadas em diferentes pases demonstraram que o bullying nas escolas est difundido e um problema internacional. Nas escolas portuguesas foi feito um levantamento da situao com crianas do 1 ao 6 ano de escolaridade obrigatria (6-12 anos) tendo-se verificado que as formas de vitimao mais frequentes foram a directa verbal (chamar nomes) e a directa fsica (bater, dar pontaps, empurrar). As formas de bullying experimentadas pelos dois sexos apresentaram caractersticas diferentes para as raparigas e rapazes, sendo estes mais agressores e vtimas, em particular naquelas que envolvem contacto corporal. As raparigas so mais sujeitas excluso social e aos rumores espalhados por outras crianas. O bullying ocorreu sobretudo no recreio.

A criana vtima (nomeada por 42% dos colegas) nunca sabia se no recreio teria um colega com quem brincar. Este facto tornava-a mais vulnervel aos ataques dos colegas no recreio. A criana agressora foi nomeada como tal por 65% dos colegas. As suas respostas ao bullying pautam-se por contra-ataques fortes e persistentes. No apresenta remorsos da sua conduta porque sente que ela justificada.

O conflito com as normas e valores vigentes, o desafio autoridade, o conflito com outras geraes e a necessidade de ser diferente, so lugares comuns na descrio do perodo etrio que a infncia/juventude. Estes so fundamentais ao nvel familiar, na conquista de alguma autonomia por parte da criana e estabelecimento de relaes de interdependncia com os pais, caracterizadas por um equilbrio entre vinculao e autonomia. A ruptura ou afastamento temporrio so muitas vezes indispensveis no prosseguimento destas mudanas, podendo este corte ser manifesto mais ou menos abertamente. A autonomia conquistada em termos instrumentais e emocionais vai permitir criana um processo de explorao e questionamento do mundo e de si prprio, imprescindveis na construo da sua identidade.

Ainda que compreensvel a constatao de que muitos dos comportamentos perturbadores dos jovens so realizados em grupo, importa avaliar at que ponto est ou no a ocorrer uma presso do grupo para a realizao desses mesmos comportamentos. A necessidade da identidade de grupo, o medo de ser excludo ou criticado ou o risco de ver a sua auto-estima ser fortemente atingida, levam muitas vezes o jovem a um conformismo em relao ao seu grupo. A importncia desse mesmo grupo enquanto espelho de si prprio, explica muitas das condutas do jovem como uma necessidade de aprovao ou de ganhar estatuto nesse mesmo grupo.

Por ltimo, o desenvolvimento scio-cognitivo revela-se ele prprio condicionante das estratgias que a criana adopta na resoluo de conflitos, sendo neste perodo mais baseadas na fora fsica do que na negociao, com uma reduzida empatia para com os sentimentos e pontos de vista do outro, capacidade que tambm ser adquirida com a idade. A antecipao das consequncias, traduzida tambm numa capacidade de adiar gratificaes, que permite criana uma descentrao do aqui e agora em que habitualmente funciona, para uma viso mais a longo prazo dos acontecimentos e das suas implicaes. Esta competncia, em desenvolvimento no jovem, na sua ausncia apontada por alguns autores como sendo responsvel por alguns desses comportamentos, nomeadamente de agressividade.

Em suma, o desenvolvimento psicolgico encerra caractersticas ou incapacidades que tm expresso em comportamentos possveis de serem enquadrados em qualquer um dos conceitos apresentados. Contudo, estes comportamentos no devem ser assumidos como uma predisposio ou afirmao de qualquer um desses conceitos, mas antes como um quadro desenvolvimental e portanto passageiro.

Festa da Famlia no Jardim de Infncia

Mai 15, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Estimulao leitura e escrita, Poesia

Um poema para toda a famlia:

A famlia o lugar
onde a tristeza no passa,
se cultiva a ternura
e o amor se d de graa.
um tempo e um lugar
que te ensina a partilhar
e a conjugar devagar
em liberdade ou com regras,
em silncio ou bem alto
as formas do verbo amar!

O Ratinho foi ao baile

O ratinho foi ao baile
De cartola e jaqueto
Sapato de bico fino
E um par de luvas na mo

Encontrou uma ratazana
Que danava no salo
O ratinho aproximou-se
Apertando sua mo

A ratazana estava noiva
E no quis complicao
O ratinho ficou zangado
Sofrendo do corao.

Pegou na sua cartola
E retirou-se do salo…

O ratinho foi ao baile
De cartola e jaqueto
Sapato de bico fino
E um par de luvas na mo

Encontrou uma ratazana
Que danava no salo
O ratinho aproximou-se
Apertando sua mo

A ratazana estava noiva
E no quis complicao
O ratinho ficou zangado
Sofrendo do corao.

Pegou na sua cartola
E retirou-se do salo…

Uma msica infantil para ensinarem aos vossos meninos, usando este maravilhoso fantoche que um rato muito simptico e que conquista a amizade de qualquer criana.

O Rato Dentolas

Mai 13, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Educao de Infncia

Hoje vou contar-vos uma histria, a histria do Rato Dentolas; ou seja, a minha histria: a histria de um ratinho trabalhador.
Toda a minha famlia e eu vivamos numa pequena casa: sim, o pap rato Dentolas e a mam rata Anita.
A nossa casa era como todas as casas de ratinhos: um buraquinho (nem muito grande nem muito pequenino) para que nenhum gato nos pudesse apanhar.
Dentro havia rolinhos de l que nos serviam de abrigo no Inverno, pedacinhos de jornal para que o pap soubesse sempre o que se estava a passar no mundo, queijinhos duros, brancos, com buracos e sem buracos (so os nossos preferidos).
Um dia tive uma ideia: mudar-nos! Mas para uma casa diferente das outras.
Uma casa muito grande, cmoda, limpa e muito branca.
Pensei, pensei, e decidi que o melhor seria ir viver para um castelo. Fui a correr, contei minha famlia;
todos saltaram e abanaram os seus rabinhos com alegria.
Teramos um castelo s para ns, sem gatos e com muitos queijinhos!
Ento surgiu o grande problema: como que o havamos de construir?

A mam pensou:
– Com algodo, mas… ia durar muito pouco.
O pap disse:
– Com papel! No… voaria rapidamente.
Nesse momento ocorreu-me uma ideia genial: propor a todas as crianas do mundo que, quando lhes cassem os dentes, mos entregassem a mim, para poder construir com eles o melhor e mais branco castelo jamais visto ou imaginado antes.
Isso sim, mas com uma condio: como sou muito tmido, os dentes que vos carem, devero deix-los debaixo da almofada, para que quando estiverem a dormir, eu possa passar para ir busc-los muito devagarinho e sem fazer nem um pequeno rudinho. Mas, ateno!
Como somos ratos agradecidos e gostamos de fazer surpresas, vo ver que vou levar o dente mas vou deixar algo em troca.
O qu! Ah! No, no se diz; se o dissesse, deixaria de ser uma surpresa.
Sabem uma coisa? Gostava que o meu castelo fosse o maior, que os vossos dentijolos ( dentes que so tijolos) estivessem sempre limpos, fortes e muito bem cuidados. Por isso lembrem-se de mim e cuidem bem deles, escovando-os como deve ser, no comendo demasiados doces e visitando o dentista.

E lembrem-se de que:
” J no tempo dos meus avzinhos, o rato Dentolas juntava dentinhos.
Por isso, como disse o meu tio Martim, este um castelo que no tem fim.”

Paty Bzel

Uma Histria para abordar e promover a Higiene Oral no Jardim de Infncia.

importante alertar pais e crianas para uma escovagem diria dos dentes tanto de manh como noite.

Estes hbitos e rotinas vo acompanh-los para toda a vida, por isso, quanto mais cedo comearem melhor.

Muitas vezes as crianas no lavam os dentinhos por no saberem que necessrio e benfico para a sua sade oral mas c estamos ns profissionais de Educao para os ajudar.

tambm importante referir os doces em excesso que so terrveis para os dentinhos, por isso, considero que esta histria infantil intitulada ” O Rato Dentolas” aborda muito bem essas temticas, bem como a queda dos dentes, desdramatizando assim qualquer medo que possa existir na criana.

Depois da leitura da histria podem surgir imensas actividades em diferentes reas, necessrio que o Educador esteja atento e receptivo s propostas e ideias das crianas, pois a Higiene Oral um tema que as crianas adoram.

Desenvolvimento Psicomotor em Creche

Mai 12, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Berario, Creche, Expresso motora

Objectivos:


Maior autonomia fsica
Aquisio da marcha, correr, subir, descer, saltar, vestir, despir
Aquisio de maior controlo e coordenao motora
Conhecimento dos espaos, permitindo para isso uma explorao activa dos objectos
Estimular a percepo auditiva, tctil, visual, gustativa e olfactiva
Conhecimento do seu esquema corporal de forma a saber nomear as vrias partes do corpo
Boa preenso do lpis, colheres, etc.

Estratgias:
Andar de cavalinho, triciclo
Fazer brincadeiras livres
Fazer modelagem (massa), desenho, rasgagem
Imitar os animais a andar

Fazer comboios e rodas

Fazer jogos de movimento
Fazer jogos de encaixe
Deixar a criana comer sozinha
Dar revistas e livros criana para manusear
Colocar um espao com material (obstculos) que a criana possa transpor de diversas formas: escorrega, mesas, cadeiras, almofadas

Poema para os avs

Mai 11, 2009 Autora: Raquel Martins | Colocado em: Educao de Infncia

Aos Avs

Os avs vm de muito,

Muito longe…

E vm cansados

De to longa caminhada.

Cheios de p, metem d!

E vm vergados

Por tantos anos vividos a trabalhar.

Tambm vm ss

Tudo perderam pelo caminho:

A Elegncia,

A Formosura,

Toda a frescura,

Os mais belos sonhos,

Anos risonhos,

Os seus amigos,

Os seus parentes,

Mesmo seus maiores afectos.

Apenas lhes resta o corao.

Esse, guardam-no religiosamente

Para amar,

E para dar

De presente

Aos seus netos!

Um lindo poema para o Dia dos Avs, uma homenagem sincera.

Partilhado pela Lurdes, de autor desconhecido.


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